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Sem acordo em audiência, demissões na Embraer vão a julgamento no TRT

Stella Fontes
·2 minutos de leitura

Considerando-se as demissões via PDV, a empresa cortou ao menos 2,5 mil funcionários desde julho Edilson Dantas/Agência O Globo Sem que a Embraer e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) tenham chegado a um acordo em nova audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) acerca das 900 demissões efetivadas pela companhia no início do mês, o processo irá agora a julgamento. Em audiência encerrada no início da noite de ontem, a Embraer recusou a proposta de conciliação da vice-presidente judicial do TRT da 15ª Região, que previa a conversão de 502 dos 900 desligamentos em suspensão temporária de contrato de trabalho (“lay-off”). Com isso, o processo será distribuído a um relator. Em nota, o sindicato informou que insistirá no pedido original de reversão de todas as demissões anunciadas pela Embraer, conforme pleiteado em ação judicial. A companhia, por sua vez, informou que aguardará o julgamento final do TRT. Ontem, por meio de liminar, porém, o TRT garantiu a concessão de plano de saúde e auxílio alimentação de R$ 450 até junho de 2021 aos demitidos. Segundo a Embraer, a “decisão coincide com a proposta apresentada pela empresa durante as audiências no TRT”. “A Embraer manteve a coerência de propor o mesmo pacote de benefícios aprovado pela maioria das entidades sindicais que representam profissionais da companhia pelo Brasil, como o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, Sindicato dos Metalúrgicos de Botucatu, Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Estado de São Paulo (SINTEC-SP) e Sindicato Nacional dos Aeronautas”, informou. Para o sindicato, a decisão liminar é “insuficiente” já que não garante a anulação dos desligamentos. Considerando-se as demissões via Programa de Demissão Voluntária (PDV), a Embraer cortou ao menos 2,5 mil funcionários desde julho. “Consideramos a decisão liminar muito fraca, pois não garante o sustento de milhares de trabalhadores jogados no olho da rua por conta da ganância da Embraer. A empresa não precisava demitir ninguém”, disse em nota o diretor da entidade Herbert Claros.