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Seleção feminina fica no empate com a Holanda em jogo equilibrado pela segunda rodada da Olimpíada de Tóquio

·3 minuto de leitura

Depois de uma estreia avassaladora, com direito à goleada sobre a China, a seleção feminina voltou a campo neste sábado para a segunda rodada do Grupo F, e ficou no empate em jogo equilibrado contra a Holanda, em Miyagi. Com o placar de 3 a 3, a seleção cumpriu o objetivo de mostrar força diante da atual vice-campeã mundial, e as duas equipes agora dividem a liderança do grupo nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

As holandesas também estrearam com goleada sobre a Zâmbia, e seriam o principal desafio do Brasil nesta primeira fase. Na última vez que se enfrentaram, no Torneio Internacional da França em 2020, as equipes empataram sem gols.

A previsão era de jogo equilibrado, mas a partida não começou como o esperado. A árbitra mal autorizou o início da partida e a Holanda abriu o placar, no primeiro ataque do jogo. A camisa 9 Vivianne Miedema recebeu sem marcação na entrada da área, girou em cima da zagueira Érika e chutou no canto esquerdo de Bárbara, aos 2 minutos. A marcação foi desatenta, e não se pode dar esse tipo de espaço para a maior artilheira da história da seleção holandesa.

Minutos depois (e uma longa revisão do VAR que anulou uma marcação de pênalti para o Brasil), a euforia das holandesas esfriou, e o Brasil conseguiu repirar. Debinha aproveitou a oportunidade para mostrar o porque é a jogadora de confiança da técnica Pia Sundhage. Ela recebeu na entrada da área e tocou para Duda na direita, que devolveu em ótimo cruzamento. O primeiro chute bate em Van der Gragt, mas Debinha aproveitou o rebote e dessa vez foi certeira, empatando para o Brasil. Agora são 14 gols da camisa 9 sob comando da treinadora sueca.

As atacantes conseguiram explorar as falhas da defesa holandesa, e encontrar espaços, mas as mesmas falhas se apresentaram na defesa brasileira, que frequentemente errava os botes e sofria com as fortes chegadas da Holanda, principalmente pelas laterais.

Marcada por três, Marta não teve a mesma liberdade vista na estreia contra a China. Mas a concentração da marcação permitiu que Debinha fosse o grande nome da seleção no primeiro tempo, com o Brasil assumindo o controle da partida.

Na segunda etapa, o roteiro parecia se repetir, com Miedema marcando seu segundo gol aos 13 minutos e deixando a Holanda à frente do placar mais uma vez. Livre na área novamente, a camisa 9 cabeceou sem muita força, e a bola entrou mesmo tocando na mão de Bárbara. Depois de passar ilesa pela partida de estreia, a experiente goleira falhou no lance.

Logo em seguida, mas um lance de pênalti que passou pela análise do VAR e gerou tensão. Ludmila foi derrubada por Van der Gragt ao entrar na área, e a penalidade foi confirmada para o Brasil. Marta bateu e marcou seu 13º em Olimpíadas, se isolando na segunda colocação da artilharia, atrás apenas de Cristiane.

Sem tempo para a reação holandesa, Ludmilla aproveita falha da zagueura em recuo e marca o gol da virada. A atacante driblou a goleira e ficou com o gol vazio, aproveitando a chance recebida por Pia ao entrar no intervalo.

O jogo seguiu equilibrado, com o Brasil aplicando bem a estratégica tática combinada com Pia. A infelicidade foi a cobrança de falta perfeita de Dominique Janssen! O chutee da camisa 17 foi no canto direito de Bárbara, que ainda raspou com a mão na bola, mas não conseguiu evitar o gol de empate.

Nenhuma seleção do Grupo F garantiu antecipadamente a vaga nas quartas de final das Olimpíadas, mas tanto Brasil quanto Holanda estão a um empate da classificação. O próximo confronto das brasileiras é contra a Zâmbia, na próxima terça-feira, às 8h30 (horário de Brasília), em Saitama, pela terceira rodada. Simultaneamente, Holanda e China se enfrentam em Yokohama.

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