Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.923,93
    +998,33 (+0,90%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.234,37
    -223,18 (-0,43%)
     
  • PETROLEO CRU

    80,34
    -0,88 (-1,08%)
     
  • OURO

    1.811,40
    -3,80 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    17.035,95
    +113,22 (+0,67%)
     
  • CMC Crypto 200

    404,33
    +2,91 (+0,72%)
     
  • S&P500

    4.071,70
    -4,87 (-0,12%)
     
  • DOW JONES

    34.429,88
    +34,87 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.556,23
    -2,26 (-0,03%)
     
  • HANG SENG

    18.675,35
    -61,09 (-0,33%)
     
  • NIKKEI

    27.777,90
    -448,18 (-1,59%)
     
  • NASDAQ

    11.979,00
    -83,75 (-0,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4940
    +0,0286 (+0,52%)
     

Seja proativo na proteção de dados da sua empresa

Neste ano, acompanhamos diversos ataques cibernéticos em empresas e órgãos públicos no Brasil e no mundo, e o alerta de perigo se intensificou. No primeiro semestre de 2022 foram publicados 12.380 novos CVEs (Common Vulnerabilities and Exposures), um aumento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado.

As soluções de TI que estão ganhando cada vez mais adeptos como computação em nuvem, Inteligência Artificial, entre outras, trazem facilidades para os negócios, mas também podem duplicar o trabalho de proteção e criar lacunas não intencionais nas ferramentas de segurança. E para proteger essas tecnologias, uma empresa de grande porte chega a utilizar mais de 130 soluções de segurança cibernética, cada uma com análises próprias.

Pensar no risco em si, e proteger suas informações e de seus clientes baseado em outros casos de empresas do mesmo setor ou não, é um importante passo para conseguir driblar um possível ataque. Mas já parou para pensar no ganho que você teria, caso pudesse prever onde (e talvez como) uma ação criminosa pode causar danos?

Com o aumento do risco cibernético, é de suma importância que as empresas e governos assumam táticas proativas. Para isso é preciso adotar plataformas que monitorem continuamente ambientes tecnológicos e unifiquem a avaliação de vulnerabilidade de toda a superfície de ataque.

Outro ponto importante é poder contar com análises em tempo real de dados técnicos, com linguagem clara para que as lideranças, sejam elas da área de TI ou não, possam entender e entrar em ação rapidamente. Em outras palavras, ser proativo é poder antecipar e bloquear preventivamente ameaças que possam causar danos.

O enorme leque de tipos de ameaças cibernéticas traz um desafio para as organizações hoje de eliminarem o ruído da visibilidade da superfície de ataque e obter uma visão integral de sua exposição. Dessa forma será possível tomar decisões embasadas, reduzir riscos e evitar ataques antes que eles aconteçam.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: