Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.927,79
    +1.397,79 (+1,32%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    53.744,92
    -185,48 (-0,34%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,27
    +2,15 (+2,62%)
     
  • OURO

    1.817,30
    -4,10 (-0,23%)
     
  • BTC-USD

    43.086,30
    -288,98 (-0,67%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.037,76
    +12,03 (+1,17%)
     
  • S&P500

    4.662,85
    +3,82 (+0,08%)
     
  • DOW JONES

    35.911,81
    -201,79 (-0,56%)
     
  • FTSE

    7.542,95
    -20,90 (-0,28%)
     
  • HANG SENG

    24.383,32
    -46,48 (-0,19%)
     
  • NIKKEI

    28.124,28
    -364,82 (-1,28%)
     
  • NASDAQ

    15.616,75
    +126,50 (+0,82%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3174
    -0,0154 (-0,24%)
     

Seguro-desemprego varia de R$ 1.212 a R$ 2.106,08 após reajuste

·2 min de leitura
***FOTO DE ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 22-07-2019: Carteira de trabalho e previdência social. Ministério do Trabalho e Emprego. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 22-07-2019: Carteira de trabalho e previdência social. Ministério do Trabalho e Emprego. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)

CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - O governo atualizou a tabela de valores usada para calcular o seguro-desemprego pago a trabalhadores demitidos. Com a correção anual, válida desde a última terça-feira (11), o valor mínimo para este ano subiu para R$ 1.212, seguindo o novo salário mínimo nacional. No ano passado, esse valor era de R$ 1.100.

Já o valor máximo do seguro-desemprego passa a ser de R$ 2.106,08, uma diferença de R$ 194,24 ante o teto anterior, de R$ 1.911,84. O valor máximo é pago a trabalhadores que recebem um salário médio acima de R$ 3.097,26.

Para a atualização das faixas salariais, o Ministério do Trabalho e Previdência leva em consideração a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao consumidor) de 2021, que foi de 10,16%. O índice também é usado no reajuste anual das aposentadorias do INSS acima do salário mínimo.

Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, os novos valores de seguro-desemprego serão devidos aos trabalhadores que tiverem parcelas emitidas para saques a partir do dia 11 de janeiro. Ou seja, o novo cálculo é aplicado tanto para quem ainda vai dar entrada no seguro-desemprego quanto para as próximas parcelas que forem emitidas para beneficiários que já estão recebendo o seguro.

Na faixa salarial de até R$ 1.858,17, é preciso multiplicar o salário médio por 0,8 para fazer o cálculo da parcela. Para a faixa salarial entre R$ 1.858,18 e R$ 3.097,26, o cálculo da parcela ocorre da seguinte forma: o valor maior do que R$ 1.858,17 deve ser multiplicado por 0,5 e somado em seguida com R$ 1.486,53.

São pagas de três a cinco parcelas, a depender dos meses trabalhados, e o demitido não deve ter outros vínculos de emprego.

Para ter direito, o profissional deve acessar o portal Emprega Brasil, do Ministério do Trabalho, e dar entrada no benefício entre o 7º e o 120º dia após a data da demissão, no caso do trabalhador formal, e do 7º ao 90º dia, no caso do empregado doméstico.

Pode receber o benefício quem tiver sido dispensado sem justa causa e tenha recebido salários, de pessoa jurídica ou física, relativos a 12 meses nos últimos 18 meses imediatamente anteriores à data de dispensa, no caso do trabalhador que solicitar o seguro-desemprego pela primeira vez.

Outras informações também podem ser consultadas no site da Caixa Econômica Federal.

*

FAIXAS DE SALÁRIO MÉDIO - VALOR DA PARCELA

Até R$ 1.858,17 - Multiplica-se o salário médio por 0,8

De R$ 1.858,18 até R$ 3.097,26 - O que exceder a R$ 1.858,17 multiplica-se por 0,5 e soma-se com R$ 1.486,53

Acima de R$ 3.097,26 - Parcela invariável de R$ 2.106,08

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos