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Segundo turno em SP: Eduardo Suplicy declara voto a chapa de Boulos e diz que é uma 'escolha pessoal'

João de Mari
·2 minuto de leitura
Eduardo Suplicy em frente ao Colégio Madre Alix, no Jardim Paulistano, em São Paulo (Foto: Vinícius Custódio/Yahoo Notícias)
Eduardo Suplicy em frente ao Colégio Madre Alix, no Jardim Paulistano, em São Paulo (Foto: Vinícius Custódio/Yahoo Notícias)

O ex-senador e atual vereador mais votado da cidade de São Paulo, Eduardo Suplicy (PT), declarou que irá votar na chapa do candidato Guilherme Boulos (PSOL) e sua vice Luiza Erundina, do mesmo partido, no segundo turno das eleições 2020.

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Nesta manhã de domingo (29), antes de entrar em sua zona eleitoral no Colégio Madre Alix, no Jardim Paulistano, zona nobre da região sudoeste da cidade, Suplicy disse que sua escolha é “pessoal”.

“Fiz a minha escolha junto com meu partido, mas também é uma escolha pessoal porque tenho uma afinidade muito forte com o Guilherme Boulos e com a Luiza Erundina”, disse.

Antes de se despedir dos jornalistas para procurar sua seção e votar, Suplicy falou sobre sua relação com Erundina.

“Todos sabem que em 1985 ela foi minha candidata a vice presidenta. [...] Ela é uma pessoa é um exemplo para todos nós brasileiros, que ela possa vencer as eleições junto com o Guilherme Boulos”, concluiu.

Eleições em São Paulo

São Paulo é o maior colégio eleitoral do Brasil com quase 9 milhões de pessoas aptas a votar. Com 32.85% dos votos válidos no primeiro turno, Bruno Covas (PSDB) enfrenta Guilherme Boulos (PSOL) que teve 20.24% dos votos válidos.

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Covas é prefeito da cidade desde 2018, quando assumiu após o prefeito eleito João Doria (PSDB) deixou o cargo para disputar — e ganhar — o Governo do Estado. Foi Bruno quem esteve à frente da cidade na pandemia do coronavírus.

Já Boulos ficou nacionalmente conhecido em 2018, quando foi candidato do PSOL à presidência. Conhecido por sua atuação com o MTST, ele é professor e concorre pela primeira vez ao cargo. Sua vice, Luiza Erundina, foi prefeita de São Paulo no final da década de 1980.

Entenda o segundo turno

Para assumir a prefeitura no 1º turno, o candidato precisaria obter maioria absoluta - 50% mais um - dos votos válidos. Votos brancos e nulos não entram nessa conta.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) esclarece que essa condição da existência do 2º turno é válida somente às cidades com mais de 200 mil eleitores.

Essa regra está prevista nos artigos 28 e 29 da Constituição de 1988, determinando, além do limite mínimo de habitantes, que o “segundo turno poderá ocorrer apenas nas eleições para presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores dos estados e do Distrito Federal, e para prefeitos e vice-prefeitos.”

Nas eleições de 2016 havia 92 municípios com mais de 200 mil eleitores. Já em 2020, outras três cidades alcançaram o número de habitantes mínimo. São elas: Ribeirão das Neves (MG), Paulista (PE) e Petrolina (PE). Sendo assim, nas eleições 2020, 95 municípios poderão ter um segundo turno para prefeito e vice-prefeito.

tive a oportunidade de comparar as propostas de ambos e não teve, ainda que o boulos tivess