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Segundo IDC, 39% das empresas da América Latina vão investir em nuvem

·2 minuto de leitura

Computação em nuvem e computação de borda são duas tecnologias que podem ajudar as empresas na transformação digital. Isso parece já estar nos planos de muitas empresas: a chegada da pandemia fez as companhias olharem mais detalhadamente para os investimentos em tecnologia da informação.

Luciano Saboia, gerente de Pesquisa e Consultoria de Telecomunicações da IDC Brasil, conta que 39% dos entrevistados no estudo IDC Latin America IT Investment Trends 2021 afirmam que vão investir em computação em nuvem. Para 2022, 68% dos participantes querem aumentar a produtividade, 50% reduzir custos, 41% fidelizar clientes e 36% introduzir novos produtos/serviços. "De 2008 a 2015, aumento de produtividade e fidelização de clientes não eram prioridades. A lista era liderada pela redução de custos."

Ele destaca, ainda, que 52% das empresas utilizam algum tipo de nuvem como parte de sua infraestrutura digital e que 51% utilizam mais de um provedor de nuvem pública para infraestrutura (Infraestructure as a Service – IaaS) e plataforma (Platform as a Service – PaaS) como serviço. "A capacidade de integrar recursos por meio de provisionamento dinâmico e sob demanda traz a agilidade que as inovações exigem” avalia ele. “Além disso, conexões padronizadas, rápidas e seguras simplificam o alinhamento com fornecedores, parceiros e outros integrantes da cadeia de valor.”

Imagem: Reprodução/Elements/Rawpixel
Imagem: Reprodução/Elements/Rawpixel

Para o futuro, a IDC projeta crescimento de 43% para IaaS, 11% para infraestrutura hiperconvergente e 4% para nuvem local como serviço (Local Cloud as a Service – LCaaS) até 2024. A consultoria prevê, ainda, que em 2024, 50% das empresas que utilizam Wi-Fi devem adotar o Wi-Fi 6.

Saboia diz, ainda, que a resiliência das empresas requer uma infraestrutura digital distribuída e que avança sobre múltiplos ambientes. O volume de aplicações que utilizam inteligência artificial, machine learning ou internet das coisas (IoT) vai exigir o uso de computação de borda para proporcionar mais agilidade.

Fonte: Canaltech

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