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Segunda onda de covid-19 coloca recuperação da Espanha em risco, diz FMI

Lucas de Vitta
·2 minutos de leitura

Expectativa de retração de 12,8% do PIB neste ano foi mantida, mas houve recomendação para que o governo mantenha medidas fiscais de apoio A segunda onda de covid-19 que atinge a Espanha está colocando em risco a recuperação econômica do país, alertou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quarta-feira. A entidade também indicou que há risco de os problemas se espalharem para o setor financeiro. O FMI manteve as previsões feitas em junho de que o Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha recuará 12,8% neste ano, para avançar 7,2% em 2021, ante 6,3% de crescimento projetado anteriormente. No entanto, destacou que a recuperação depende de como o país reagirá ao novo surto de covid-19. Para impedir que a retomada da atividade econômica seja afetada pelo novo surto da doença, o FMI recomendou que o governo de Pedro Sánchez mantenha ou até mesmo reforce as políticas fiscais adotadas durante a crise. “É crítico garantir a efetividade das novas medidas de contenção [da pandemia]”, disse o FMI ao atualizar suas projeções sobre o país. “O apoio fiscal deve seguir até que a recuperação está firmemente encaminhada”, sugeriu a entidade. O FMI afirmou que é especialmente importante para a Espanha calibrar a efetividade de medidas como o programa temporário de apoio aos empregos, renovado ontem pelo governo, para garantir que eles continuarão aliviando a pressão exercida pela crise sobre as empresas e os trabalhadores. Caso a crise econômica se espalhe, o FMI recomenda que a Espanha utilize instrumentos para resgatar empresas essenciais com injeções temporárias de capital. “O papel da Autoridade Nacional de Estabilidade Financeira (AMCESFI) é crítico para monitorar de perto riscos de estabilidade financeira, incluindo além do sistema bancário e aqueles decorrentes da interconexão entre bancos e instituições não bancárias”, indicou o FMI. Manu Fernandez/AP