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Segunda dose da vacina Pfizer pode ser adiada em alguns casos (comitê da OMS)

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Um farmacêutico dilui a vacina Pfizer COVID-19 enquanto a prepara para ser administrada aos funcionários e residentes da Goodwin House Bailey's Crossroads, uma comunidade de idosos em Falls Church, Virgínia, em 30 de dezembro de 2020.

A segunda injeção da vacina contra a covid-19, desenvolvida pelos laboratórios Pfizer e BioNTech, pode ser adiada por várias semanas em "circunstâncias excepcionais", avaliaram especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (5). 

O Grupo Consultivo de Especialistas Estratégicos (SAGE) em vacinação "recomenda a administração das duas doses desta vacina em um período de 21 a 28 dias", declarou, em entrevista coletiva, seu presidente, o mexicano Alejandro Cravioto.

Mas, indicou que era possível adiar a segunda injeção por várias semanas, "em circunstâncias excepcionais de contextos epidemiológicos e problemas de abastecimento".

Esto permitirá "maximizar o número de pessoas que se beneficiam de uma primeira dose", explicou.

Nesta coletiva, Kate O'Brien, diretora do departamento de imunização e vacinas da OMS, advertiu que o prazo não poderia ser superior a seis semanas.

O anúncio dos especialistas da OMS ocorre depois que o laboratório BioNTech advertiu que a máxima eficácia da sua vacina contra a covid-19 não estava demonstrada sem a aplicação da segunda injeção, uma estratégia aplicada ou contemplada por vários países para poder vacinar mais pessoas.

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