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Segunda dose da CoronaVac voltará a ser aplicada no Rio na segunda-feira

·2 minuto de leitura

RIO — Na próxima segunda-feira (20) a cidade do Rio retomará a aplicação da segunda dose da CoronaVac, suspensa esta semana por falta do imunizante. Uma nova remessa de 557 mil doses deve chegar nesta sexta-feira no estado do Rio e parte será usada na capital para completar o ciclo de imunização. Hoje, cerca de 17 mil pessoas aguardam a nova remessa para receber a segunda dose da CoronaVac.

Segundo a pauta de distribuição do Ministério da Saúde, o estado ainda receberá quase 96 mil doses da Pfizer para primeira aplicação.

O lote da CoronaVac que recebeu uma interdição cautelar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda continua interditado. As doses estão nos postos de Saúde aguardando a autorização e instruções da Anvisa. Há a expectativa de neste fim de semana do lote ser liberado pelo órgão.

O uso da CoronaVac no município foi suspenso mais uma vez nesta sexta-feira por falta de doses. Em nota, a Secretaria municipal de Saúde informou na tarde desta quinta que aguarda a liberação pela Anvisa de 166 mil doses da vacina já em estoque na cidade. Elas fazem parte do lote 202108113H da CoronaVac, interditado pela Anvisa por ter sido envasado em uma fábrica na China que não passou pela inspeção da agência.

Segundo Daniel Soranz, secretário de Saúde do município, o novo hiato na aplicação da CoronaVac — o segundo em setembro — pode afetar o chamado "passaporte da vacina", que exige a comprovação de imunização para a entrada em determinados locais, caso não seja solucionado rapidamente. E disse que a demora na liberação das vacinas interditadas soa como uma "punição" ao Instituto Butantan, fabricante da CoronaVac no Brasil.

— Aqui vai uma crítica à Anvisa. Não dá para a gente ficar mais de duas semanas esperando uma inspeção numa fábrica da China. Se essas doses não tiverem liberação, precisaremos que o Ministério da Saúde distribua as doses que ele tem em estoque, justamente para manter o calendário, a repescagem. Precisamos de uma postura de celeridade, tanto da Anvisa quanto do ministério. A gente não sabe, parece uma punição ao Butantan. Mas a punição não é só ao Butantan, é à sociedade como um todo.

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