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Sedentarismo causa gastos de R$ 300 milhões ao SUS

·2 minuto de leitura
Foto: Getty Images.
Foto: Getty Images.
  • Inatividade física gera gastos de R$ 300 milhões ao SUS;

  • Estudo conclui que alto custo seria evitável com programas de promoção à atividade física;

  • O levantamento foi realizado em 2019, antes da pandemia.

Cerca de R$ 300 milhões foram gastos no Sistema Único de Saúde (SUS) com internações por falta de atividade física em todo o Brasil, de acordo com um estudo feito pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Marco Antônio Vargas, subchefe do Departamento de Economia da UFF e coordenador executivo da pesquisa, afirma que o alto valor seria evitável se houvesse uma ampliação ao acesso da população a programas de promoção da atividade física.

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Vargas diz que os programas devem ser focados em diversos segmentos de diferentes faixas da população. 

A função da pesquisa é contribuir para a elaboração da implementação de políticas de saúde preventiva, bem como estimular a pratica da atividade física.

Por causa do volume de dados existentes, o foco do estudo se situou nas pessoas com mais de 40 anos. No trabalho se buscou correlacionar os dados com os custos de tratamento, ou custos de hospitalização no SUS.

O levantamento, feito antes da pandemia, em 2019, envolveu uma equipe interdisciplinar de pesquisadores, organizado pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - (In) Atividade Física e Exercício da UFF.

Atualmente, busca-se a atualização dos dados referentes a 2020, por meio de pesquisadores do Laboratório de Ciências do Exercício (Lace) e do Núcleo de Pesquisa em Indústria, Energia, Território e Inovação (Neiti) da UFF.

De acordo com Vargas, a inatividade física está ligada à ocorrência de diversas crônicas não transmissíveis (DCNTs), como hipertensão, diabetes, neoplasias de cólon e mama e doenças isquêmicas do coração, e outras. O coordenador da pesquisa diz que em maior ou menor medida, as enfermidades têm correlação com a falta de atividade.

Por meio de dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério de Saúde, de 2017, vê-se que o sedentarismo está mais presente entre pessoas com sete anos ou menos de escolaridade, compondo 57,92%. Enquanto isso, os que têm 12 ou mais anos de escolaridade são 41,18%.

As mulheres compõem maior parcela de inativos físicos do que os homens. Outro aspecto é que, quanto menor o nível de escolaridade, maior o nível de sedentarismo.

As informações são da Agência Brasil.

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