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Sede da CNA é alvo de manifestantes do MST e tem muro pichado com 'Fora Bolsoagro'

·2 min de leitura
BRASÍLIA, DF, 22.04.2022 - VANDALISMO-DF: Nesta sexta-feira (22), a sede da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil), em Brasília,  ainda tem marcas de vandalismo da última quarta-feira (20), comandado pelo MST (Movimento Sem Terra). O muro interno da sigla continua com a pichação com os dizeres
BRASÍLIA, DF, 22.04.2022 - VANDALISMO-DF: Nesta sexta-feira (22), a sede da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil), em Brasília, ainda tem marcas de vandalismo da última quarta-feira (20), comandado pelo MST (Movimento Sem Terra). O muro interno da sigla continua com a pichação com os dizeres

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A sede da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) virou alvo nesta semana de manifestantes ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Eles protestaram contra a política agrícola do governo e os lucros do setor em meio à alta nos preços dos alimentos.

Foram pichadas em uma área das dependências da sede as frases "Fora Bolsoagro", em referência ao presidente Jair Bolsonaro (PL), e "Soja não enche prato". Além disso, foram jogadas tintas contra a fachada do prédio.

De acordo com o MST, o objetivo do protesto feito na última quarta-feira (20) foi "denunciar a aliança entre o agronegócio e o governo de Jair Bolsonaro, a qual é responsável por garantir lucros recordes para o setor, enquanto milhões de brasileiros sofrem com a fome e a alta do preço dos alimentos"

O movimento aponta para a contradição entre a grande produção nacional de alimentos e o avanço da dificuldade em comprar comida no país, ligando o fato à alta exportação brasileira. "Ao mesmo tempo que os preços dos alimentos sofrem altas significativas, o agronegócio bateu recordes de exportações de commodities", afirma o MST, em nota.

O MST diz que a ação fez parte da Jornada Nacional de Luta em Defesa da Reforma Agrária, que ocorre em abril com o lema "Terra, Teto e Pão". Na ação na CNA, os manifestantes ainda usaram uma balança com a pergunta "quem te alimenta?", para contrapor o agronegócio e a reforma agrária, e uma alegoria de panela rodeada de caveiras.

O MST cita que o agronegócio representa um dos pilares de sustentação do governo Bolsonaro. O movimento lembra, em nota, que, em reunião no Palácio do Planalto em abril de 2020, o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o governo tinha que aproveitar a pandemia para "passar a boiada" e afrouxar leis ambientais.

Procurada, a CNA afirmou que ainda estava apurando o caso e que ainda não iria se manifestar sobre o tema.

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