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Secretário de Saúde diz que debaterá com especialistas se haverá mudança nas regras para o uso de máscara na cidade do Rio

Luiz Ernesto Magalhães
·2 minuto de leitura
Foto: Márcia Foletto / Márcia Foletto

O secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, revelou nesta quarta-feira (13) que a prefeitura estuda a possibilidade de dispensar a obrigatoriedade do uso de máscara para alguns grupos da população. Ele afirmou que na reunião do dia 18 com o comitê científico de enfrentamento à Covid-19, será colocada em análise esta hipótese, mas ressaltou que, no momento, não há qualquer alteração nesse sentido e a proteção facial segue sendo obrigatória.

— A utilização das máscaras é motivo de divergências. Há uma série de consultas à SMS (Secretaria municipal de Saúde) chegando sobre isso. O que se discute no meio acadêmico é se não deveriam ser liberadas para segmentos da população que têm problemas para respirar, deficientes físicos e crianças menores de 5 anos. Mas, nesse momento, a gente mantém as regras atuais para todas as áreas — disse Soranz.

Diante do avanço da Covid-19 nos últimos dias, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), publicou nesta quarta-feira (13) no Diário Oficial um decreto com uma série de medidas para tentar conter o contágio da doença. As restrições atingem bancos, boates, shoppings, academias, restaurantes, entre outros estabelecimentos, que deverão funcionar de acordo com a classificação de risco de transmissão do coronavírus divulgada semanalmente pelo município. Poucas horas após a publicação do plano, no entanto, Paes usou suas redes sociais para anunciar que vai revogar a liberação de torcida nos estádios, com capacidade limitada e distanciamento social, por ser “quase impossível fiscalizar”.

As medidas já estão em vigor, mas a fiscalização só começa amanhã com agentes circulando pela cidade para orientar quem estiver burlando as regras. Posteriormente, quem descumprir as normas pode ser multado, e o comércio, dependendo do caso, ser até fechado. O município não informou quando começará essa atuação mais rigorosa.

— A gente pede a colaboração da população para seguir as regras básicas: uso de máscaras, higienização das mãos valem sempre para todas as situações — disse Paes.

Uma das novidades é que, em caso de risco muito alto de contaminação, shoppings (exceto setor de delivery), boates, museus, feiras livres e academias deverão ficar fechados. Hoje, de acordo com o mapa divulgado pela prefeitura na última sexta-feira, nenhuma das 33 Regiões Administrativas está com o risco muito alto. A escala tem apenas três níveis de risco: moderado, alto e muito alto. Amanhã, será divulgada nova classificação no boletim epidemiológico, que vai orientar como os estabelecimentos devem funcionar a partir da próxima segunda-feira.

A principal mudança prevista no plano é na capacidade dos espaços públicos. Quanto mais a doença avança, menos público será permitido. No nível de risco alto, bares e restaurantes, por exemplo, só podem funcionar sem música ao vivo e servir bebida a pessoas que estejam sentadas; já as boates não podem abrir as pistas de dança. Confira no quadro no fim da página em qual nível de risco estão os bairros da cidade de acordo com o boletim divulgado na última sexta.