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Secretário de Guedes deve presidir braço de investimentos do BID

BERNARDO CARAM E BRUNO BOGHOSSIAN
·1 minuto de leitura

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, deverá ser indicado pelo governo brasileiro para presidir o BID Invest, instituição do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) que atende ao setor privado. De acordo com uma fonte que acompanha as negociações, Costa já conversa com o BID para que o convite para comandar o órgão seja formalizado. O BID Invest é uma instituição multilateral tratada como filial independente do Grupo BID que investe em projetos privados pequenos e médios. Desde o fim do ano passado, articulações nos bastidores do governo indicavam que o secretário seria enviado para o órgão. Costa, no entanto, vinha desconversando sobre essa possibilidade. De acordo com o BID, o órgão faz investimentos em participações de até 33% do capital de empresas, sem assumir funções gerenciais ou administrativas nas companhias em que investe. O BID Invest também atua em fundos de investimentos em participações. Ela canaliza esses recursos para fundos que aplicam em empresas de médio porte da América Latina e do Caribe que não têm outra fonte adequada de capital. A possibilidade da nomeação é celebrada nos bastidores no Ministério da Economia. O ministro Paulo Guedes disse a interlocutores que a medida pode destravar investimentos no Brasil. Outra nomeação considerada positiva foi a do ex-secretário de comércio exterior Marcos Troyjo, hoje presidente NDB (Novo Banco de Desenvolvimento), o banco dos Brics.