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SEC reforça prazo para deslistagem de ações chinesas de NY

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, Gary Gensler, fez um alerta a centenas de empresas chinesas que levantaram bilhões de dólares nos mercados dos EUA: aceitem inspeções em breve ou serão deslistadas.

Em uma entrevista na terça-feira, o comandante da SEC, como é conhecida a comissão, prometeu cumprir rigorosamente o prazo de três anos para que as companhias chinesas permitam fiscalização de suas auditorias financeiras. Quem se recusar pode ter suas ações retiradas da Bolsa de Valores de Nova York e da Nasdaq já em 2024.

“A trajetória é clara”, disse Gensler. “O prazo está correndo.”

Essa postura contundente aparentemente acaba com a esperança em Wall Street de que Gensler demoraria para implementar esse mandato do Congresso e daria a Pequim mais tempo para alinhar um acordo com autoridades reguladoras em Washington, permitindo a continuidade da bonança obtida com a venda de ações chinesas. Essas transações têm sido bastante lucrativas para bancos, bolsas de valores e gestoras de ativos dos EUA.

Gensler explicou como planeja lidar com diversas questões complexas de proteção ao investidor envolvendo a China. O conflito vem se formando há quase duas décadas, mas veio à tona nos últimos meses, após o governo chinês aplicar restrições a companhias chinesas de destaque nas bolsas dos EUA, derrubando suas ações e abalando investidores.

No mês passado, a situação levou a SEC a suspender ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) de empresas sediadas na China até que detalhassem mais claramente as potenciais ameaças aos futuros acionistas. Na terça-feira, Gensler avisou que espera o mesmo nível de transparência de todas as empresas chinesas que vendem ações nos EUA, incluindo as já listadas em Nova York.

Os investidores precisam de “revelação completa e justa” das informações, disse Gensler, acrescentando que a SEC está especialmente interessada em “riscos regulatórios, os vários riscos políticos” que as companhias na China podem enfrentar.

A SEC foi envolvida no conflito no ano passado, quando o Congresso americano aprovou legislação exigindo que a comissão eliminasse brechas pelas quais as empresas chinesas impedem o acesso de inspetores dos EUA a documentos internos. Mais de 50 países permitem a revisão de auditorias. A China recusou, citando leis de confidencialidade e segurança nacional.

Atualmente 281 empresas chinesas estão listadas nos EUA.

O tumulto causado pela IPO da Didi Global em julho também colocou a SEC em situação delicada, por autorizar operações que podem rapidamente se transformar em investimentos desastrosos, especialmente para investidores sem conhecimento sofisticado. Gensler se negou a comentar sobre empresas específicas.

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©2021 Bloomberg L.P.

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