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Se regulação evoluir, Itaú poderá dar suporte a corretoras de Bitcoin

·3 minuto de leitura
Marca do banco Itaú bitcoin criptomoedas
Marca do banco Itaú bitcoin criptomoedas

O banco Itaú criticou a defesa das corretoras brasileiras de Bitcoin, que fez ataques sobre suas ofertas de produtos ligados ao mercado de criptomoedas para investidores.

No último dia 12 de agosto, a Associação Brasileira de Criptoativos e Blockchain (ABCB) enviou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) uma manifestação sobre a postura do Itaú no Brasil, ofertando investimentos ligados ao Bitcoin para clientes de renda média a alta.

Naquele inquérito administrativo, o representante da ABCB, Fernando Furlan, incluiu capturas de tela sobre as ofertas do Itaú, feitas em redes sociais. Dessa forma, a defesa das corretoras de criptomoedas sustentaram ao CADE que os bancos têm interesse em atuar no segmento, principalmente o Itaú, que seria o mais agressivo contra as empresas.

Contudo, como essas instituições bancárias seguem encerrando contas de exchanges, ficaria claro que há uma concorrência desleal. O representante da ABCB ainda pediu que o CADE decida o caso, parado há alguns meses.

O que diz a defesa do Itaú após os ataques sobre suas ofertas de serviços com criptomoedas?

Na última segunda-feira (23), o Itaú acabou enviando para o CADE uma manifestação criticando os ataques recebidos por suas ofertas com Bitcoin. Na visão do banco, a ABCB está tentando levar o CADE ao erro.

“A ABCB, com sua manifestação, ora plenamente rebatida, tenta levar este D. CADE a erro, querendo fazer com que a autoridade antitruste nacional acredite haver certa contradição entre a prática e a posição já defendida nos autos pelo Itaú Unibanco.”

O banco sustentou que as chamadas feitas em redes sociais levavam os clientes a participarem de eventos sobre os produtos ligados ao mercado de criptomoedas que o banco listou.

Além disso, o tema Bitcoin e criptomoedas foram considerados pela defesa do Itaú como tópicos quentes nos últimos meses, sendo importante levar conhecimento para investidores brasileiros sobre o tema.

“Assim, atento ao que está acontecendo não só no Brasil, mas no mundo todo, o Itaú Unibanco tem se utilizado das mídias sociais para trazer aos seus clientes maiores informações sobre tendências, novos produtos e serviços, inclusive aqueles que possam ter ligação com novas tecnologias, como Bitcoin e criptoativos em geral. É o caso, pois, dos Exchange Traded Funds, conhecidos pela sigla “ETFs”, de criptoativos: BITH11 e HASH11.”

ETFs de Bitcoin são listados na B3, sustenta Itaú, que prevê dar suporte a empresas do mercado apenas se regulação permitir

O Itaú sustentou ainda que os produtos que lista são administrados por empresas terceiras, não sendo parte de seu “conglomerado”. Além disso, o banco informou que os ETFs que estão disponíveis para seus clientes são listados na bolsa de valores brasileira, a B3.

O Itaú ainda declarou que caso a regulação brasileira mude, sua posição de barrar contas de corretoras de Bitcoin poderá ser revista.

“O Itaú Unibanco, considerando ver-se impossibilitado de cumprir integral e adequadamente as obrigações legais e regulatórias sobre PLD/CFT no contexto da oferta de serviços de conta corrente às corretoras de criptomoedas, por conta da insuficiência de informações ou controles realizados por estas, conforme já explicado anteriormente neste Inquérito Administrativo, continua a não atuar nessa atividade.

Tal posicionamento se reflete de forma isonômica para todos os seus clientes que operam com tais ativos, sem prejuízo de revisões futuras de tal diretiva, caso o ambiente regulatório e o maior amadurecimento do mercado de criptoativos assim permitam.”

Após sua apresentação de argumentos, o banco pediu que a autarquia federal arquive o processo. A Manifestação do Itaú junto ao CADE contra a defesa das corretoras de Bitcoin pode ser lida na íntegra aqui neste link.

Fonte: Livecoins

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