Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.647,99
    +1.462,52 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.798,38
    +658,14 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,66
    +1,35 (+1,66%)
     
  • OURO

    1.768,10
    -29,80 (-1,66%)
     
  • BTC-USD

    60.997,20
    -549,09 (-0,89%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.464,06
    +57,32 (+4,07%)
     
  • S&P500

    4.471,37
    +33,11 (+0,75%)
     
  • DOW JONES

    35.294,76
    +382,20 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.234,03
    +26,32 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    25.330,96
    +368,37 (+1,48%)
     
  • NIKKEI

    29.068,63
    +517,70 (+1,81%)
     
  • NASDAQ

    15.144,25
    +107,00 (+0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3297
    -0,0741 (-1,16%)
     

Se Senado colocar reforma do IR na gaveta não está preocupado com Bolsa Família, diz Guedes

·1 minuto de leitura
Ministro da Economia, Paulo Guedes, fala a jornalistas entre o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira que se a reforma do Imposto de Renda não for pautada no Senado será dado um sinal de despreocupação com o Bolsa Família.

Após reunião com o relator no Senado da proposta, senador Angelo Coronel (PSD-BA), o ministro voltou a frisar que a reforma é crucial para financiar a expansão do programa de transferência de renda. O texto estipula a tributação de dividendos como fonte de recursos para o Auxílio Brasil.

"O IR como fonte de recursos e a PEC dos precatórios como espaço fiscal é a chave para possibilitarmos Bolsa Família mais forte", disse ele a jornalistas.

Após questionamento sobre a possibilidade de engavetamento da proposta pelo presidente, Guedes respondeu que "se colocar na gaveta na verdade está dizendo ao povo brasileiro que não está preocupado com o Bolsa Família".

Tanto a pergunta quanto a resposta do ministro não especificaram se a referência era ao presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ou ao presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA).

O relator, por sua vez, disse que irá ouvir agora os segmentos empresariais afetados pela reforma que o procurarem, para em seguida discutir com a equipe econômica a confecção de um relatório "palatável".

"Relatório será apresentado", disse ele, ao ser questionado sobre a perspectiva de votação do projeto ainda neste ano.

"Quanto à questão de votação, vai depender de o presidente pautar", complementou.

(Por Marcela Ayres)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos