Mercado fechado
  • BOVESPA

    119.920,61
    +356,17 (+0,30%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.934,91
    +535,11 (+1,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,76
    +0,05 (+0,08%)
     
  • OURO

    1.815,20
    -0,50 (-0,03%)
     
  • BTC-USD

    56.199,26
    -725,40 (-1,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.457,69
    -13,73 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.201,62
    +34,03 (+0,82%)
     
  • DOW JONES

    34.548,53
    +318,19 (+0,93%)
     
  • FTSE

    7.076,17
    +36,87 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.801,62
    +164,16 (+0,57%)
     
  • NIKKEI

    29.426,08
    +94,71 (+0,32%)
     
  • NASDAQ

    13.653,25
    +55,50 (+0,41%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3653
    -0,0013 (-0,02%)
     

Se não trabalharmos reformas teremos enorme desafio com eventual segunda onda, diz Guedes

·1 minuto de leitura
.

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira que, do fim do ano para frente, há ponto de interrogação sobre o suporte a vulneráveis e que, se o país não trabalhar as reformas, haverá "enorme desafio" no caso de uma segunda onda de Covid-19.

Em fala em audiência pública no Congresso, ele destacou que o governo não pode, em vez de enfrentar reais desafios orçamentários, usar desculpa para estender auxílios "como se não houvesse amanhã".

"Para isso não contem comigo", disse.

Por outro lado, ele reconheceu que o país só estará livre "desse pesadelo" quando a vacina surgir. Apesar de frisar que esse não é o plano A do governo, o ministro disse que, no caso de uma segunda onda, o Brasil trabalhará de forma decisiva como na primeira onda do coronavírus.

Ele defendeu ainda que a PEC do Pacto Federativo tenha uma emenda que contemple condições particulares para enfrentamento a pandemias e calamidades.

(Por Marcela Ayres)