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'Se houver repetição do que foi feito em 2018, o registro será cassado', diz Moraes sobre disparos da campanha de Bolsonaro

·2 min de leitura

BRASÍLIA — Durante o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) das ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão pelo uso de disparos em massa nas eleições de 2018, o ministro Alexandre de Moraes fez duras críticas ao uso das chamadas "milícias digitais" para desestabilizar o processo eleitoral, e disse que se houver repetição do que ocorreu em 2018 nas próximas eleiçoes, "o registro será cassado". Moraes será presidente do TSE durante o pleito de 2022.

O TSE voltou a julgar nesta quinta-feira duas ações apresentadas pela coligação O Povo Feliz de Novo (PT, PC do B e Pros), que questionam o uso de empresas contratadas para fazer os disparos de mensagens e afirmam que as comunicações, enviadas sobretudo via WhatsApp, afetaram o o resultado nas eleições. Segundo as legendas, a chapa vencedora teria incorrido nos crimes de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

Embora tenha votado pela absolvição de Bolsonaro e Mourão por uma questão de "lapso temporal", Moraes disse que houve disparo em massa e que houve financiamento não declarado para esses disparos.

— O lapso temporal pode ser impeditivo de uma condenação, mas não é impeditivo da absorção, pela Justiça Eleitoral, do modus operandi que foi realizado, e que vai ser combatido nas eleições 2022. Se houver repetição do que foi feito em 2018, o registro será cassado. E as pessoas que assim fizerem irão para a cadeia por atentar contra as eleições e a democracia no Brasil —, disse.

Moraes, como se sabe, é o relator dos inquértos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) cujas provas fora compartilhadas com o TSE para corroborar com as investigações sobre um esquema de disparos em massa nas eleições.

O ministro concorcou integralmente com o voto do corregedor da Justiça Eleitoral, Luís Felipe Salomão, que fez duras críticas ao uso indevido dos meios de comunicação social pela chapa de Bolsonaro.

— A Justiça Eleitoral não será pega de surpresa. A Justiça aprendeu, a Justiça fez sua lição de casa. A Justiça Eleitoral se preparou e esse julgamento deixa muito claro isso. Nós já sabemos como são os mecanismos, quais são as provas que devem ser obtidas e como. E não vamos admitir que essas milícias digitais tentem novamente desestabilizar as eleições a partir de financiamento espúrios não declarados. A partir de interesses econômicos não declarados e que estão sendo investigados, pois aqueles que auxiliaram depois tiveram uma contrapartida. Não há almoço grátis no mundo —, afirmou Moraes.

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