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Scania vai paralisar produção por 10 dias por causa da pandemia, diz sindicato

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após a Volkswagen, a Scania vai paralisar a produção de veículos em São Bernardo do Campo (SP) por dez dias, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que se reuniu para negociar com a montadora. A parada nas atividades ocorre devido ao agravamento da pandemia e à lotação de UTIs em diversas cidades do país. Segundo o sindicato, a fábrica irá funcionar até esta quinta-feira (25), depois suspende as atividades e só retomará a produção no dia 5 de abril, após a Páscoa. A montadora de caminhões e ônibus é a segunda companhia da região do ABC a anunciar a suspensão das atividades neste período. Na sexta-feira (19), a Volks confirmou interrupção da operação fabril de quarta (24) ao dia 5 de abril, totalizando 12 dias. A empresa tem fábricas nas cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos, além de uma planta em São José dos Pinhais (PR). A Volkswagen também atribui a paralisação à piora na pandemia, com aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados. "A empresa adota esta medida a fim de preservar a saúde de seus empregados e familiares. Nas fábricas, só serão mantidas atividades essenciais", disse a montadora em nota. Em abril do ano passado, a crise de Covid alterou toda a cadeia produtiva de veículos, levando à suspensão das linhas de montagem de todas as marcas no Brasil. O setor de automóveis viveu seu pior momento industrial desde a década de 1950. Após o anúncio de paralisação da Volkswagen, aumentou a pressão pela parada total na região. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC afirma que continua em negociação com as demais empresas da região. A GM já havia paralisado a produção do Onix, o carro mais vendido do país, por falta de peças. A previsão era que a fábrica de Gravataí, onde o modelo é produzido, retornasse em junho. A montadora, porém, adiou a volta para o mês seguinte, julho.