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Sauditas e russos disputam posto de maior fornecedor de petróleo para China

Por Florence Tan e Chen Aizhu
·2 minuto de leitura

Por Florence Tan e Chen Aizhu

CINGAPURA (Reuters) - A Arábia Saudita e a Rússia estão em uma corrida acirrada para se tornar o principal fornecedor de petróleo aos chineses em 2020, com os dois países aumentando as exportações para a potência econômica, mesmo com a pandemia do coronavírus atingindo a demanda global este ano.

A Arábia Saudita, que foi o principal fornecedor à China no ano passado, exportou entre 1,6 milhão e 1,7 milhão de barris por dia (bpd) de petróleo bruto de janeiro a novembro de 2020, à medida que cortes profundos de preços deram um impulso às exportações de petróleo saudita este mês, de acordo com empresas de análise Refinitiv, Vortexa e Kpler.

Os sauditas estão bem perto da Rússia, que exportou cerca de 1,7 milhão de bpd de petróleo para a China até agora em 2020, com o Iraque em terceiro lugar, com cerca de 1,2 milhão de bpd.

A indústria do petróleo foi duramente atingida este ano, à medida que a pandemia do coronavírus afetou a atividade comercial e praticamente paralisou a indústria de viagens.

A China, o maior importador de petróleo do mundo, é um dos poucos países que aumentou as compras em 2020, já que os compradores aproveitaram ao máximo os preços baixos no início deste ano, enquanto a demanda por combustível se recuperou a partir do segundo trimestre junto com a economia em geral.

"Parece que a Rússia substituiu a Arábia Saudita e conquistou o primeiro lugar neste ano", disse Serena Huang, analista da Vortexa. "É uma corrida pescoço a pescoço e resta saber quem será o vencedor final."

O volume de petróleo saudita chegando à China em novembro deve atingir entre 2,13 milhões e 2,24 milhões de barris por dia, em comparação com um recorde de 2,1 milhões a 2,14 milhões de bpd em maio, mostraram estimativas das três empresas. Isso seria quase o dobro de suas estimativas de volume para outubro.

O aumento ocorre enquanto a gigante estatal do petróleo Saudi Aramco cortou drasticamente os preços do petróleo para clientes asiáticos em outubro, disseram fontes comerciais. Demora cerca de um mês para as cargas serem enviadas.