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Satélite registrou a sombra da Lua sobre o Ártico durante último eclipse solar

·2 minuto de leitura

No dia 10 de julho deste ano, aconteceu um eclipse solar, mas apenas em algumas regiões do hemisfério Norte foi possível observar ao fenômeno — e as imagens registradas são incríveis. Mas, a uma distância quatro vezes maior do que a órbita da Lua, o observatório Earth Polychromatic Imaging Camera (EPIC), da NASA, capturou uma perspectiva única da sombra de nosso satélite natural se projetando sobre o Ártico durante o evento.

O EPIC está localizado a bordo do satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos EUA, em um ponto de equilíbrio gravitacional entre nosso planeta e o Sol, conhecido como Ponto de Lagrange L1 — aproximadamente 1,5 milhão de quilômetros de distância. O EPIC foi desenvolvido para fornecer imagens coloridas e de alta qualidade da Terra, e estes dados são usados para monitorar a vegetação, a altura das nuvens e o ozônio da atmosfera. Aliás, quem também se encontra neste ponto é a sonda chinesa Chang'e 5.

A sombra da Lua projetada sobre o Ártico, durante o eclipse solar de 10 de junho de 2021 (Imagem: Reprodução/NASA/NOAA)
A sombra da Lua projetada sobre o Ártico, durante o eclipse solar de 10 de junho de 2021 (Imagem: Reprodução/NASA/NOAA)

De vez em quando, o EPIC tem a chance de observar um eclipse solar, mas, na distância em que se encontra, o telescópio só consegue observar a sombra da Lua passando pela superfície da Terra. “Tirar imagens da metade da Terra iluminada pelo sol a uma distância quatro vezes maior do que a órbita da Lua nunca deixa de fornecer surpresas”, disse Adam Szabo, cientista da NASA responsável pelo projeto DSCOVR.

Em um eclipse solar completo, a Lua bloqueia a totalmente a visão do Sol — na perspectiva de quem o observa da Terra. Em eclipses anulares, como o do dia 10 de junho, nosso satélite se encontra próximo de seu ponto mais distante do planeta, parecendo menor que o Sol. Ao se alinharem, forma-se um "anel de fogo" ao redor da Lua.

Observadores de partes do Canadá, Groenlândia e Rússia tiveram a chance de observar ao fenômeno em sua totalidade. Já em alguns lugares do Caribe, Ásia, Europa, leste dos Estados Unidos, Alasca e norte da África, as pessoas viram apenas o eclipse solar parcial, ou seja, apenas uma parte do Sol estava bloqueada pela Lua.

E esta não foi a única vez que o telescópio EPIC registrou um eclipse solar. Para conferir as imagens desse fenômeno registradas no ano passado, clique aqui.

Fonte: Canaltech

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