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Satélite da ESA manobra para evitar colisão enquanto fugia do Sol

Um satélite da agência espacial europeia (ESA) teve de fazer uma verdadeira "dança" orbital para escapar da colisão com um pedaço de lixo espacial, pouco antes de outra manobra projetada para evitar danos causados pelo Sol.

Lançada em 2013, a constelação Swarm foi desenvolvida para estudar o campo magnético da Terra e é composta por três satélites, chamados A (Alpha), B (Bravo) e C (Charlie). Às 11h do dia 30 de junho um pedaço de lixo espacial foi detectado em uma potencial rota de colisão com Alpha, com probabilidade de impacto oito horas depois.

Manobras para evitar colisões não são incomuns. Mas tradicionalmente as equipes de controle e dinâmica de voo tem mais tempo para reagir, até 24 horas. Não neste caso.

Esta imagem mostra o estrago realizado pelo impacto de uma partícula com menos de 5 mm de diâmetro no painel solar do satélite Sentinel-1A. (Imagem: ESA)
Esta imagem mostra o estrago realizado pelo impacto de uma partícula com menos de 5 mm de diâmetro no painel solar do satélite Sentinel-1A. (Imagem: ESA)

Para piorar, Alpha faria uma outra manobra poucas horas depois do momento previsto para o impacto, para elevar sua altitude e escapar dos efeitos de tempestades solares, que podem até mesmo derrubar satélites. Ele e Charlie estavam em meio a uma série de 25 manobras cuidadosamente orquestradas ao longo de um período de 10 semanas para atingir uma órbita mais alta.

Com isso, as equipes da ESA tiveram de agir rápido, e conseguiram desviar do pedaço de lixo espacial em apenas quatro horas. Na sequência, replanejaram e executaram a outra manobra já prevista para Alpha em menos de 24 horas.

Alpha está a salvo de uma colisão com o pedaço de lixo, e completou sua ascensão para uma órbita mais segura, junto com Charlie. Mas ainda há muito lixo em órbita, e o episódio demonstra o quanto um encontro sem aviso como este pode ameaçar um satélite.

Fonte: Canaltech

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