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Santos volta à altitude em mais uma partida decisiva na Libertadores

·2 minuto de leitura


O Santos encara o The Strongest, pela 5ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, na próxima terça-feira (18). Neste confronto, o Peixe terá que enfrentar novamente um adversário difícil: a altitude de 3.640 metros de La Paz, na Bolívia.

Na temporada passada, o Santos teve o mesmo desafio, mas como uma altitude menor, de 2.850 metros acima do mar, na partida das oitavas de final da Libertadores contra a LDU, em Quito. Neste desafio, o comando Alvinegro também foi feito por Marcelo Fernandes. O técnico Cuca havia testado positivo para a COVID-19, fato que afastou o treinador por cerca de um mês.

Na época, o Santos foi a campo com: John; Pará, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Felipe Jonatan (Lucas Braga, 35'/2T) ; Alison, Diego Pituca e Jean Mota (Wagner Leonardo, 46'/2T); Marinho, (Lucas Lourenço, 43'/2T) Kaio Jorge e Soteldo (Vinicius Balieiro, 43'/2T).

Dificuldades da altitude

As constantes reclamações por parte dos brasileiros se justificam porque os organismos dos brasileiros não estão acostumados com um ar rarefeito, ou seja, mais pesado, o que exige muito mais de cada atleta. O organismo de um jogador brasileiro é acostumado a um ar muito mais leve, que sofre pouca pressão atmosférica, das regiões do nosso país que não atingem grandes altitudes.

Na coletiva de imprensa do técnico Fernando Diniz, o treinador reclamou das partidas realizadas com essas condições e considerou uma vantagem para as equipes acostumadas com essas partidas.

– Algo meio desumano. Aproveito a oportunidade para fazer uma crítica severa. É uma vantagem competitiva que não deveria ter. Maior adversário é a altitude e não temos como preparar adequadamente. Não tem como ir e não sofrer. Até o Barcelona ia sentir. Movimentação constante o tempo todo. Não tem muito remédio. É tentar diminuir o efeito dessa altitude – disse Diniz.

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