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Santander terá que pagar R$ 275 milhões por assédio moral

Banco foi acusado de práticas abusivas com os funcionários (Getty Image)
Banco foi acusado de práticas abusivas com os funcionários (Getty Image)
  • Santander foi condenado pelo Tribunal Regional do Trabalho;

  • Empresa terá que pagar uma indenização no valor de R$ 275 milhões

  • Funcionários relataram xingamentos e ameaças.

Danos morais coletivos em razão de metas abusivas, adoecimentos mentais e assédio moral são algumas das acusações que fizeram o Santander ser condenado pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região. O banco terá que pagar uma indenização no valor de R$ 275 milhões.

A determinação ainda aponta que a instituição não deverá mais o adotar metas abusivas, nem permitir, tolerar ou praticar ações agressivas, como humilhações, xingamentos, ameaças de demissões, perseguição, constrangimentos ou coação.

Os empregados apontavam que essas atitudes eram utilizadas com quem não atingia as metas, sendo responsabilizados pela redução de pontuações em razão do resgate de aplicações e encerramento de contas no banco.

Dourival Borges de Souza Neto, acórdão do desembargador do Trabalho, diz que “os diversos depoimentos transcritos na sentença dão nítida ideia do abalo emocional e psíquico impingido pela sistemática organizacional de fixação de metas de produção, mediante cobrança truculenta pelos gestores, seja diretamente ao empregado ou por meio de reuniões com exposição vexatória, cujas metas deveriam ser cumpridas a todo custo”.

O tribunal chegou à condenação alegando que havia um “grande número de empregados que foram acometidos de doenças mentais, transtornos psíquicos, síndrome do pânico, estresse e depressão”.

A instituição ainda tentou se defender alegando que dispõe de conduta institucional contrária ao assédio moral, a decisão observa “a ausência de efetividade na extirpação de condutas inadequadas no trato pessoal dos empregados por parte de seus prepostos. Resta-lhe, de toda sorte, a culpa pela imposição de metas abusivas a serem alcançadas a todo custo”. No entanto, a decisão foi mantida.

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