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Santander planeja cortar 4.000 empregos na Espanha por pandemia

Charlie Devereux
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Banco Santander planeja cortar até 4.000 empregos na Espanha, contribuindo para uma onda global de redução de pessoal em todo o setor financeiro.

O banco disse aos líderes sindicais na sexta-feira que vai demitir até 13% de sua força de trabalho espanhola e fechar cerca de 1.000 agências depois que a pandemia impulsionou a mudança dos clientes para canais digitais, segundo duas pessoas com conhecimento do assunto. O banco também planeja realocar mais 1.090 funcionários em outras unidades, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas porque o assunto é privado.

Bancos em todo o mundo anunciaram reduções de pessoal de mais de 75.000 trabalhadores e devem superar os 80.000 cortes feitos no ano passado, de acordo com cálculos da Bloomberg. O britânico Lloyds Banking anunciou na semana passada que estava cortando cerca de 1.070 posições, principalmente em suas unidades de tecnologia e varejo. O banco holandês ING Groep NV espera 1.000 reduções até o final de 2021.

Outros bancos espanhóis também estão realizando cortes. O Banco de Sabadell está em negociações com sindicatos para demitir até 1.800 trabalhadores, enquanto CaixaBank e Bankia deverão anunciar uma rodada de cortes de empregos e fechamento de escritórios para gerar 1,1 bilhão de euros em economia de custos como parte de uma fusão para formar o maior banco doméstico da Espanha.

A Espanha foi atingida de forma particularmente dura pela pandemia de Covid-19, registrando alguns dos números de infecções mais altos da Europa. Os bancos de varejo do país são especialmente suscetíveis à política monetária do Banco Central Europeu, que vem aprofundando as taxas de juros em território negativo como resposta ao vírus, tornando mais difícil a geração de lucro com empréstimos.

O Santander disse no mês passado que está acelerando os planos para cortar custos na Europa e deverá alcançar a meta de reduzir custos em 1 bilhão de euros até o final de 2020, antes do previsto, e planeja gerar mais 1 bilhão de euros de economia até o final de 2022.

O banco está ajustando sua rede de distribuição para responder ao rápido aumento nas transações digitais, que foram aceleradas por três meses de restrições de circulação na Espanha, disse o diretor financeiro Jose Garcia Cantera em entrevista à Bloomberg TV no mês passado.

O Santander no ano passado fez acordo com os sindicatos para cortar mais de 3.000 empregos como parte da integração do Banco Popular Espanol, que adquiriu em 2017 no âmbito de uma resolução coordenada pela União Europeia. O banco também cortou 140 filiais no Reino Unido e 2.000 empregos na Polônia.

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