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San Sebastian abre seu festival de cinema com homenagem a Marion Cotillard

·4 minuto de leitura

O festival de cinema de San Sebastian começou nesta sexta-feira (17) com a exibição do filme "Um segundo", do famoso diretor chinês Zhang Yimou, em um dia protagonizado pela atriz francesa Marion Cotillard, que recebeu um prêmio honorário por sua carreira.

Ainda com restrições pela pandemia, como capacidade reduzida nas salas, máscara obrigatória e o cancelamento de todos os tapetes vermelhos, o festival na cidade do norte da Espanha inicia, porém, com uma agenda com mais estreias e estrelas do que na edição do ano passado, muito reduzida pela covid-19.

Serão exibidos mais de 170 filmes a partir desta sexta-feira até sábado, 25 de setembro, quando ocorrerá a cerimônia de premiação.

A abertura desta 69ª edição esteve a cargo de Zhang Yimou, cujo longa-metragem "Um segundo", muito aplaudido na sala, marcou o início da competição pela Concha de Ouro de melhor filme, o prêmio máximo.

A nova aposta do premiado diretor de "Sorgo Vermelho" e "O Clã das Adagas Voadoras" é ambientado na Revolução Cultural chinesa, quando um condenado foge de um campo de trabalho para tentar assistir à exibição no cinema um telejornal onde sua filha aparece.

Mas, antes terá que perseguir uma órfã que lhe roubou um dos rolos do filme, sem o qual não haverá exibição.

"Um segundo" concorre na seção Oficial com outros quinze filmes, dois deles de diretoras latino-americanas: "Camila saldrá esta noche", da argentina Inés Barrionuevo, e "Distancia de rescate", da peruana Claudia Llosa.

Além de contar com estreias dos franceses Claire Simon e Laurent Cantet, e do britânico Terence Davies, a seção principal tem um forte contingente espanhol, no qual se destacam "Maixabel" de Iciar Bollain, "O bom patrão" de Fernando León de Aranoa e "A avó" de Paco Plaza.

- Cotillard e o polêmico Johnny Depp -

Neste dia inaugural, todos os holofotes se voltaram para Marion Cotillard, que recebeu o honorário Prêmio Donostia em uma cerimônia no centro de convenções Kursaal.

Mais cedo, durante uma coletiva de imprensa, Cotillard falou da pressão que sente ao trabalhar.

"É algo que sempre fez parte da minha vida. Sempre que começo um filme, não sei se estarei à altura", explicou a atriz francesa de 45 anos.

Ganhadora do Oscar por sua interpretação de Édith Piaf em "Piaf - Um Hino ao Amor", Cotillard brilhou nas telas com papéis muito diversos em filmes dirigidos por nomes como Woody Allen, Christopher Nolan, Steven Soderbergh e Michael Mann.

O outro Prêmio Donostia do festival será entregue na quarta-feira a Johnny Depp, o que gerou polêmica e críticas de organizações de mulheres da indústria do cinema pelas acusações de violência doméstica contra o ator americano por parte de sua ex-esposa Amber Heard.

O festival se defendeu, alegando que Depp "não foi detido, acusado ou condenado por nenhuma forma de agressão ou violência contra nenhuma mulher", enquanto advertiu contra o "linchamento nas redes sociais".

Diante da polêmica, o diretor do festival, José Luis Rebordinos, lembrou em entrevista com a AFP que o evento em San Sebastián sempre defendeu a igualdade de gênero. Por exemplo, informou, o comitê de seleção de filmes é igualitário, com seis mulheres e seis homens.

Este ano, dará um passo à frente: deixará de ter prêmio de melhor ator e melhor atriz e haverá apenas um à melhor interpretação sem distinção de gênero, algo que o Festival de Berlim já tinha instituído.

- Penélope Cruz -

Nesta sexta-feira, o público de Donastia se reencontrou com uma de suas atrizes mais queridas, Penélope Cruz, que apresentou "Competição Oficial", uma comédia dos argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat.

"A comédia é um gênero que sempre me fascinou, embora eu tenha feito mais drama do que comédia", afirmou a atriz, que há poucos dias ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Veneza pelo seu papel em "Mães Paralelas", de Pedro Almodóvar.

A seção Horizontes, categoria estritamente latino-americana deste festival e considerada um trampolim desse continente para a Europa, foi inaugurada com a exibição de "Jesus López", uma história do diretor argentino Maximiliano Schonfeld.

O filme concorre com outros nove longa-metragens de Brasil, Colômbia, Costa Rica, México e Uruguai. Pelo Brasil, a produção "Madalena" do diretor mato-grossense Madiano Marcheti conta o mistério da morte de uma mulher trans.

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