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Sanções econômicas ao Afeganistão causam imenso sofrimento, alerta Cruz Vermelha

·1 min de leitura
Crianças voltam para casa após dia de aula na localidade de Sperwan, no distrito de Panjuai, sul do Afeganistão, em 24 de outubro de 2021 (AFP/Javed Tanveer)

As sanções econômicas impostas ao Afeganistão são responsáveis por grande sofrimento no país, disse nesta segunda-feira (22) um alto funcionário do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que se declarou "furioso".

"Estou furioso", disse Dominik Stillhart, diretor de operações do CICV, em um comunicado após uma visita de seis dias ao Afeganistão.

"As imagens [...] de crianças abatidas provocam, com razão, gritos de horror", acrescentou. "Isso é ultrajante porque todo esse sofrimento é causado pelo homem", acrescentou.

A ONU alertou que 22 milhões de afegãos, mais da metade da população, sofreriam grave escassez de alimentos devido à seca e à crise econômica que se seguiu à ascensão do Talibã ao poder em agosto.

As instituições financeiras internacionais cortaram sua ajuda e os Estados Unidos congelaram cerca de 9,5 bilhões de dólares em ativos do Banco Central afegão.

Essas sanções, "destinadas a punir os que estão no poder em Cabul, impedem efetivamente que milhões de pessoas em todo o Afeganistão tenham acesso aos produtos básicos de que precisam para sobreviver", denunciou Stillhart, enfatizando que as sanções contra o sistema bancário "bloqueiam a ajuda bilateral".

Além disso, fazem com que os recursos das organizações humanitárias diminuam, uma vez que vários países doadores, fornecedores e bancos temem não cumprir as resoluções da ONU ou acabar tendo problemas com os Estados Unidos.

O CICV, portanto, pediu que "as organizações imparciais que atuam apenas no (plano) humanitário" possam trabalhar sem problemas.

nl/vog/tbm/jvb/mb/jc/mvv

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