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Samsung pode ter reduzido produção de celulares com expectativa de baixas vendas

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Mesmo que seja a marca mais popular de smartphones no planeta, a Samsung pode ter reduzido o ritmo de produção destes dispositivos nos últimos meses. De acordo com informações divulgadas pela agência Reuters, funcionários de uma planta no Vietnã estão com uma rotina de trabalho bem mais lenta que o normal.

Funcionários de fábrica da Samsung no Vietnã estariam trabalhando apenas três dias por semana (Imagem: SamMobile)
Funcionários de fábrica da Samsung no Vietnã estariam trabalhando apenas três dias por semana (Imagem: SamMobile)

Segundo os relatos, a marca teria reduzido a carga semanal de tarefas para apenas três ou quatro dias, contra até seis dias em condições normais. Alguns apontam que nunca viram uma produção tão baixa, em comparação com os últimos anos:

“É natural que exista uma época de produção mais baixa, geralmente entre junho e julho. Geralmente isso significa a impossibilidade de horas extras, mas não cortes de jornada como estes.”

A fábrica em questão fica na cidade de Thai Nguyen, cerca de 80 km distante da capital vietnamita Hanoi. Estimativas apontam que aproximadamente 100 milhões de smartphones saem de lá a cada ano, e apenas duas fábricas no país são responsáveis pela produção de metade dos celulares vendidos pela marca no planeta todo.

De forma oficial, a Samsung apontou anteriormente que espera uma demanda estável de celulares neste ano, ou talvez um crescimento de um dígito percentual. Com isso, a empresa pode ter movido parte de sua produção para outros países, como a Índia ou a Coreia do Sul.

Estima-se que o investimento feito pela empresa no Vietnã seja da ordem de 18 bilhões de dólares — portanto, algo em torno de R$ 95 bilhões em conversão direta. Cerca de um quinto de todas as exportações feitas pelo país são responsabilidade da Samsung.

Por outro lado, agências de pesquisa de mercado estimam uma queda de 6% na exportação de celulares neste ano. Os motivos para este panorama incluem o esfriamento global da demanda, e cortes nos níveis de gastos dos consumidores.

A marca não anunciou demissões até o momento, mas elas podem acontecer ao longo das próximas semanas, caso os relatos sejam verdadeiros. Outras empresas de tecnologia já precisaram mandar funcionários embora, como a Microsoft, Netflix, Tesla, TikTok, Twitter e outras — enquanto isso, Facebook (Meta) e Google já admitiram esta possibilidade por conta do fraco ritmo da economia global.

Fonte: Canaltech

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