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Samsung pressiona Qualcomm por mais chips, mas empresa nega pedido

·3 minuto de leitura

Embora a Samsung tenha capacidade de produzir seus próprios processadores Exynos para equipar seus celulares Galaxy, a empresa tem sido afetada pela escassez global de microchips e pelo visto não teve escolha a não ser insistir à Qualcomm por mais chipsets.

De acordo com publicação do site coreano The Elec, o chefe da divisão móvel da Samsung TM Roh teria visitado a sede da Qualcomm em San Diego nos Estados Unidos várias vezes este ano para negociar a compra de mais processadores Snapdragon. Mas o objetivo principal de Roh falhou.

Samsung quer garantir grande estoque de processadores, mas Qualcomm nega pedido

Qualcomm tem dificuldade em produzir grandes quantidades de processadores (Imagem: Reprodução/Qualcomm)
Qualcomm tem dificuldade em produzir grandes quantidades de processadores (Imagem: Reprodução/Qualcomm)

As visitas de TM Roh à Qualcomm teriam acontecido em março e julho, com o executivo saindo da Coreia do Sul até os Estados Unidos para conversar com "uma grande fabricante de processadores" e tentar garantir estoque de chipsets para poder preparar lançamentos de celulares nos próximos meses.

Fontes informam ao The Elec que a Qualcomm teria negado a compra da Samsung afirmando que seu objetivo é aumentar o fornecimento geral de processadores, não podendo garantir a exclusividade apenas para a Samsung.

Segunda visita mais exigente resultou na compra de processadores

Objetivo de garantir grandes quantidades de processadores teria fracassado (Imagem: Reprodução/Qualcomm)
Objetivo de garantir grandes quantidades de processadores teria fracassado (Imagem: Reprodução/Qualcomm)

Durante sua segunda visita à Qualcomm em julho, TM Roh foi acompanhado pelo vice-presidente de compras da Samsung. Segundo o The Elec, Roh retornou à Coreia do Sul e deixou outro executivo nos Estados Unidos, ordenando que voltasse ao seu país apenas quando resolvesse a questão.

O vice-presidente de compras teria ficado nos Estados Unidos por aproximadamente três meses.

Um porta-voz da Samsung afirmou ao The Elec que as viagens não foram em vão e que resultaram da aquisição de algum volume de processadores. A quantidade não foi divulgada.

Cancelamento do Galaxy S21 FE pode ser indício da grave falta de chips

Galaxy S21 FE estava pronto para lançamento há meses, mas anúncio foi adiado e pode ter sido cancelado (Imagem: Reprodução/Android Headlines)
Galaxy S21 FE estava pronto para lançamento há meses, mas anúncio foi adiado e pode ter sido cancelado (Imagem: Reprodução/Android Headlines)

Há meses vazamentos indicam o lançamento sempre iminente do Galaxy S21 FE, mas a escassez de processadores e o adiamento constante do dispositivo — ao mesmo tempo que o lançamento da linha Galaxy S22 já se aproxima — teriam sido o motivo do seu provável cancelamento.

O Galaxy S21 FE já estava completamente desenvolvido, faltando apenas iniciar a produção em massa para então realizar o anúncio e, por fim, as vendas. Mas isso não deve acontecer dada a falta de garantia de que a marca teria unidades suficientes do Snapdragon 888 para suprir a demanda.

Para voltar ao primeiro lugar, Samsung precisa vender mais celulares e, como consequência, de mais processadores (Imagem: Divulgação/Samsung)
Para voltar ao primeiro lugar, Samsung precisa vender mais celulares e, como consequência, de mais processadores (Imagem: Divulgação/Samsung)

Com o Galaxy S22, a Samsung deve manter a produção proprietária dos chips Exynos 2200, mas ainda vai depender da Qualcomm para unidades equipadas com Snapdragon 898, e a previsão é de que a escassez de processadores dure ainda por boa parte de 2022, começando a amenizar apenas durante o segundo semestre.

E caso queira continuar no topo da indústria a ponto de recuperar a primeira posição da Xiaomi, a Samsung precisará vender mais dispositivos e, de alguma forma, garantir ainda mais processadores.

Vale lembrar que, ironicamente, a própria Samsung é uma das principais parceiras da Qualcomm na produção dos chips Snapdragon, porém isso não é suficiente para que ela tenha exclusividade ou mesmo preferência de uso das unidades produzidas em suas fábricas, dependendo de acordos comerciais secundários para isso.

Fonte: Canaltech

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