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Samsung lidera na venda de celulares na América Latina

·2 min de leitura
  • Entretanto, fatia de mercado da coreana caiu 10%;

  • Motorola segue em segundo lugar, no entanto Xiaomi se aproxima;

  • Apple aparece na sexta posição.

Segundo um levantamento realizado pela Counterpoint Technology Market Research, a Samsung lidera quando o assunto é quantidade de celulares vendidos, pelo menos na América Latina.

A empresa coreana correspondeu por 35,6% dos aparelhos vendidos no ano de 2021. Uma queda em relação a 2020, onde contou com 45,3% de fatia de mercado. Segundo o estudo, essa queda pode ser explicada pelos problemas de logística enfrentados pela empresa na hora de importar aparelhos e insumos.

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Competição acirrada entre Motorola e Xiaomi

Em segundo lugar apareceu a Motorola, com 23,2% do mercado em 2021, um aumento em relação a 19,8% do ano anterior. A empresa liderou no mercado mexicano, e ficou confortavelmente na segunda posição no Brasil e na Argentina. Em todos outros países da América Latina foi sua posição de vice foi desafiada pela Xiaomi, que aparece em terceiro lugar com 10,4% das vendas (5.6% em 2020).

A Xiaomi quase dobrou sua influência no período de 1 ano, liderando o mercado na Colômbia e em uma disputa acirrada pela primeira posição no Peru e no Chile, regiões em que o embargo americano aos produtos não parecem ter tido grande efeito.

“As remessas da Samsung foram afetadas pelos problemas das fábricas no Brasil e no Vietnã. Como resultado, sua participação de mercado atingiu o menor dos sete trimestres anteriores. A Samsung continuou a ser a líder na região, mas essa queda de volume permitiu que seu concorrente mais próximo, a Motorola, diminuísse a diferença. A Motorola está melhorando a disponibilidade de seus produtos na região. Ela continuou a liderar o mercado mexicano enquanto melhorava sua posição na Argentina e no Brasil”, disse a principal condutora do estudo, Tina Lu.

Já a Apple apareceu em 6º lugar, representando apenas 3,7% das vendas. No entanto, segundo o estudo aponta a data de lançamento do iPhone 13, outubro, como uma possível causa pela baixa representatividade.

Em 4º e 5º lugar aparecem a ZTE e a OPPO, marcas chinesas que estão buscando expandir no mercado mexicano.

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