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Samsung cortará produção de celulares em 30 milhões de unidades, diz portal

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Ainda por conta de dificuldades decorrentes que afetam diversas marcas de smartphones, a Samsung cortará sua produção deste ano em cerca de 30 milhões de unidades. De acordo com um portal coreano especializado em negócios, a empresa deverá tomar atitudes semelhantes às da Apple, sua principal concorrente em vários mercados.

Cortes da Samsung são causados por guerra e inflação (Imagem: Divulgação/Samsung)
Cortes da Samsung são causados por guerra e inflação (Imagem: Divulgação/Samsung)

Portanto, a quantidade de smartphones montados em 2022 deverá ficar na casa de 270 milhões de unidades. Em comparação com as 300 milhões do ano passado, marcando um decréscimo próximo a 10% em suas linhas.

Somente para o mês de maio, estima-se que a produção tenha caído em cerca de 35%, em relação à média registrada entre os meses de janeiro e abril.

Samsung e Apple realizaram cortes

De acordo com analistas da agência Counterpoint Research, dois fatores principais ainda causam tais reduções em diferentes marcas. A inflação afeta os hábitos de consumo em diversas partes do planeta, e causa aumento de preços dos dispositivos — efeito que é agravado pela crise dos componentes.

Além disso, a guerra na Ucrânia é apontada como um fator determinante para esse panorama. A Samsung já não vende chips e celulares para a Rússia desde o dia 7 de março, seguindo um movimento que também inclui uma série de empresas relacionadas ao campo da tecnologia.

Mesmo assim, a empresa registrou receitas recordes no primeiro trimestre de 2022. Além das vendas de smartphones como a linha Galaxy S e modelos mais baratos com 5G, esses resultados também estão relacionados com outros produtos como tablets, acessórios vestíveis, TVs e componentes em geral, como memórias e telas vendidos para outras companhias.

Apple também realizou cortes em seus aparelhos mais baratos (Imagem: Divulgação/Apple)
Apple também realizou cortes em seus aparelhos mais baratos (Imagem: Divulgação/Apple)

Enquanto a Apple precisou ajustar a quantidade de unidades produzidas em suas linhas mais acessíveis (principalmente as duas últimas gerações do iPhone SE), a Samsung fez o mesmo também com os flagships. De qualquer forma, especialistas apontam que a demanda por aparelhos mais baratos ainda tem redução de demandas proporcionalmente mais bruscas em relação aos modelos mais caros.

Durante o segundo semestre, a marca coreana tem o lançamento dos seus novos dobráveis como foco. Porém, eles ainda têm participação limitada no aspecto de quantidade de aparelhos vendidos — estimativas anteriores apontam que a proporção de dobráveis produzidos é inferior a 10%, em relação a todos os celulares comercializados pela marca no planeta.

Fonte: Canaltech

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