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Samsung agora tem multa pesada para os parceiros que vazarem dados de produtos

·2 minuto de leitura

Em julho deste ano, a Samsung renovou os contratos que possui com parceiros que fornecem semicondutores e outros serviços à companhia. Entre os novos termos adotados pela gigante sul-coreana estão previsões de punições mais severas a qualquer organização que quebre os acordos, especialmente no que diz respeito à confidencialidade de produtos que ainda não chegaram às prateleiras.

Detalhes obtidos pelo site TheElec mostram que o novo contrato foi criado pela Device Solutions e assinado pelo vice-presidente e coCEO Kim Ki-nam, que lidera os negócios de chips da Samsung. Os termos não foram enviados a todos os parceiros da companhia, mas somente àqueles que trabalham na produção de semicondutores e tecnologias em desenvolvimento.

A companhia está trabalhando com duas versões do documento: uma com um formato convencional e outra que possui seis páginas nas quais são descritos os termos mais rigorosos exigidos por ela. Entre as exigências está uma que prevê a remoção de empregados que já fizeram parte de concorrentes da Samsung de processos considerados sensíveis.

Imagem: Divulgação/Samsung
Imagem: Divulgação/Samsung

A Samsung também exige ser notificada sobre ex-funcionários e parceiros que passaram a atuar para concorrentes no período de um ano após deixar de trabalhar para ela. Entre as punições previstas para quem violar os termos estão multas mínimas de 100 milhões de won (US$ 85 mil, ou R$ 445 mil na cotação atual).

Crise pode ter motivado o novo contrato

Pessoas que trabalham junto a parceiros afirmaram que os novos termos são incomuns em sua rigidez e que, embora no passado ela já tenha se esforçado para impedir que ex-funcionários migrassem para concorrentes, isso nunca tinha acontecendo com parceiros. A suspeita é a de que o novo contrato é resultado das ações da Mujin Electronics, que tentou vender tecnologias da fabricante Semes (pertencente à Samsung) para companhias chinesas.

A situação provocou uma crise entre a Samsung e a Mujin, que teve seu contrato de distribuição de semicondutores encerrado em junho. Relatos indicam que, apesar de o novo acordo já ter sido enviado, a maioria dos parceiros da companhia na Coreia do Sul e Japão ainda não o assinou — e ainda não houve o envio do documento para aliados que atuam em outros países.

Fonte: Canaltech

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