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Paulo Guedes culpa covid e guerra na Rússia por aumento menor do salário mínimo

Paulo Guedes
Guedes ainda destacou que “estamos lutando para preservar pelo menos um salário mínimo"

(REUTERS/Adriano Machado)

  • Paulo Guedes diz que salário mínimo não aumentou por dois motivos;

  • Ministro apontou Covid-19 e guerra na Rússia como principais fatores;

  • Segundo ele, perda do poder de compra foi um sacrifício feito pela população.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta segunda-feira (9) que o salário mínimo não aumentou por conta dos efeitos da pandemia de Covid-19 e da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Segundo ele, o piso pago aos trabalhadores entrou na cota de sacrifícios feitos pela população, uma vez que o país estava recuperando sua capacidade de investimento depois da crise sanitária quando foi novamente afetado pela onda de altos preços de comida e energia provocados pelo conflito no leste europeu.

"A verdade é que essa geração pagou pela guerra. Nós fizemos sacrifício e ficamos sem aumento de salário, tivemos uma recuperação econômica forte. Não houve aumento de salário real, porque durante uma guerra normal que haja perdas importantes", afirmou.

Guedes ainda destacou que “estamos lutando para preservar pelo menos um salário mínimo, para preservar os empregos, para preservar a capacidade de investimento do país".

As declarações foram feitas durante o lançamento do Monitor de Investimentos, plataforma digital do governo que mapeia investimentos contratados e projetados por setor da economia. O desenvolvimento é fruto de uma parceria entre o Ministério da Economia e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com apoio financeiro do governo britânico.

Salário mínimo perde poder de compra com Bolsonaro

Pela primeira vez desde o Plano Real, um presidente vai deixar o governo com o salário mínimo valendo menos do que quando entrou. Conforme divulgado pelo O Globo, cálculos da consultoria Tullett Prebon Brasil apontam que a perda do poder de compra ao fim do mandato de Jair Bolsonaro será de 1,7%, já descontada a inflação.

Isso, se a inflação não acelerar mais do que o previsto pelo mercado no Boletim Focus, do Banco Central, base das projeções da corretora. As previsões vêm sendo revisadas para cima há 16 semanas. O piso salarial cairá de R$ 1.213,84 para R$ 1.193,37 entre dezembro de 2018 e dezembro de 2022, descontada a inflação.

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