Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.451,20
    +74,85 (+0,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.442,21
    +436,10 (+0,97%)
     
  • PETROLEO CRU

    81,73
    -0,42 (-0,51%)
     
  • OURO

    1.665,90
    -4,10 (-0,25%)
     
  • BTC-USD

    19.482,17
    +363,60 (+1,90%)
     
  • CMC Crypto 200

    447,10
    +18,32 (+4,27%)
     
  • S&P500

    3.719,04
    +71,75 (+1,97%)
     
  • DOW JONES

    29.683,74
    +548,75 (+1,88%)
     
  • FTSE

    7.005,39
    +20,80 (+0,30%)
     
  • HANG SENG

    17.250,88
    -609,43 (-3,41%)
     
  • NIKKEI

    26.173,98
    -397,89 (-1,50%)
     
  • NASDAQ

    11.535,00
    -20,75 (-0,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2269
    -0,0057 (-0,11%)
     

Salário mínimo de uma família deveria ser superior a R$ 6 mil, segundo Dieese

De acordo com cálculo, o salário mínimo de uma família deveria ser superior a R$ 6 mil. Foto: Getty Images.
De acordo com cálculo, o salário mínimo de uma família deveria ser superior a R$ 6 mil. Foto: Getty Images.

Resumo da notícia:

  • Estimativa aponta que o salário mínimo ideal para atender as necessidades de uma família de quatro pessoas deveria ser superior a R$ 6 mil;

  • Valor é cinco vezes maior que o piso nacional atual, de R$ 1.212;

  • Estimativa considera o rendimento necessário para custear alimentação, moradia, saúde, transporte, educação, vestuário, lazer e previdência.

Estimativa feita em cima da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese), demonstra que o salário mínimo ideal para atender as necessidades de uma família de quatro pessoas no Brasil deveria ter sido de R$ 6.388,55 em julho.

O valor, que é cinco vezes maior que o piso nacional atual, de R$ 1.212, é calculado mensalmente pela instituição.

A estimativa considera o rendimento necessário para uma família custear alimentação, moradia, saúde, transporte, educação, vestuário, lazer e previdência.

Leia também:

O cálculo também leva em conta os preços da cesta básica no município de São Paulo, de R$ 760,45, que é o município com o custo mais caro das 17 capitais analisadas.

Outros números demonstram que o brasileiro precisou trabalhar ao menos 120 horas e 37 minutos em julho para adquirir os produtos da cesta básica do mês. Em junho, o tempo foi maior: 121 horas e 26 minutos.

Ao se colocar os gastos da cesta básica diante do salário mínimo líquido, ou seja, com 7,5% descontados para a Previdência Social, evidencia-se que o trabalhador comprometeu, mais ou menos, 59,27% do salário.