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Saiba por que uma empresa de robótica criou mais de 100 réplicas de… cocô de cachorro

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Saiba por que uma empresa de robótica criou mais de 100 réplicas de… cocô de cachorro
Saiba por que uma empresa de robótica criou mais de 100 réplicas de… cocô de cachorro

Quando pensamos que já vimos de tudo no mundo da robótica, sempre aparece uma nova invenção para nos surpreender. Desta vez, foi a iRobot, que resolveu criar mais de 100 modelos sintéticos de cocô de cachorro.

Mas, os engenheiros da empresa não estão ficando loucos. Existe uma explicação para a necessidade de se produzir materiais tão “exóticos”, vamos dizer assim.

Acontece que a marca estava enfrentando um problema com seu aspirador inteligente Roomba: a ferramenta simplesmente espalhava as fezes dos animais que encontrasse nos ambientes que estivesse limpando, perdendo, assim, quase todo o trabalho (além de deixar bem nojentos os lugares).

Então, de acordo com o Techcrunch, a iRobot decidiu construir um modelo de detecção visual para ajudar os Roombas a reconhecerem os cocôs e evitarem a sujeira.

De acordo com o vídeo promocional da iRobot, os mais de 100 modelos físicos de dejetos de cachorro foram feitos com base nas fotografias tiradas pelos funcionários no chão de suas casas.

“Mandamos pessoas fotografarem e criarem modelos sintéticos de cocô. Não sei quantas dezenas de milhares de imagens de todas as formas e tamanhos diferentes foram necessárias, mas isso não é um código de demonstração, claramente”, declarou o CEO da iRobot, Colin Angle.

Leia mais:

iRobot troca o robô aspirador caso ele não reconheça cocô de cachorro

“Você imagina, provavelmente tentamos crescer um banco de dados grande o suficiente com imagens reais, imagens de cocô falso e imagens sintéticas que foram fabricadas de cocô para servir como um modelo de treinamento para nosso robô”, acrescenta Angle.

E assim foi desenvolvido o Pet Owner Official Promise (POOP), que garante a troca do Roomba J7+ caso ele não reconheça as fezes. Por enquanto, no entanto, a iRobot está aderindo estritamente ao velho ditado sobre “deixar o amarelo amolecer”, afinal, a mesma tecnologia não pode ser usada para fazer xixi sintético. “O produto tem que ter alguns aspectos 3D”, explica Angle.

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