Mercado fechará em 1 h 10 min
  • BOVESPA

    129.840,98
    +399,95 (+0,31%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.161,63
    -124,83 (-0,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,97
    +0,06 (+0,08%)
     
  • OURO

    1.866,50
    -13,10 (-0,70%)
     
  • BTC-USD

    39.915,60
    +2.518,23 (+6,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    996,08
    +27,24 (+2,81%)
     
  • S&P500

    4.238,03
    -9,41 (-0,22%)
     
  • DOW JONES

    34.259,05
    -220,55 (-0,64%)
     
  • FTSE

    7.146,68
    +12,62 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,23 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    29.161,80
    +213,07 (+0,74%)
     
  • NASDAQ

    14.067,00
    +72,75 (+0,52%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1460
    -0,0466 (-0,75%)
     

Saiba como ver o eclipse da “Superlua de Sangue” aqui do Brasil

·2 minuto de leitura
Saiba como ver o eclipse da “Superlua de Sangue” aqui do Brasil
Saiba como ver o eclipse da “Superlua de Sangue” aqui do Brasil

Nesta quarta-feira (26) acontece a última, e maior, superlua de 2021. E ela vem com um bônus: o único eclipse total da Lua neste ano, que infelizmente não será visível a olho nu aqui do Brasil.

Mas temos as maravilhas da tecnologia para nos salvar de situações como esta. Vários telescópios ao redor do mundo vão acompanhar o evento em tempo real, transmitindo as imagens ao vivo para internautas do mundo todo.

Durante o eclipse, a Lua terá uma aparência avermelhada devido à sombra da Terra projetada sobre ela, o que lhe dá o apelido de “Lua de Sangue”. O observatório Griffith, de Los Angeles, irá transmitir o evento ao vivo a partir das 5h45 (horário de Brasília), pouco antes da Lua chegar à Penumbra, até as 10h, quando o eclipse termina.

Já o observatório Lowell, localizado na cidade de Flagstaff, no Arizona, começará sua transmissão às 6h30 (horário de Brasília) e terminará às 8h25. A instituição planeja usar múltiplos telescópios, como o Planewave de 14″ e telescópios portáteis Vixen.

Além disso, “educadores irão discutir a ciência dos eclipses, ensinar as melhores formas de observá-los, falar sobre a história do observatório Lowell com a Lua e muito mais”.

O Virtual Telescope Project, baseado na Itália, pretende transmitir imagens de câmeras na Austrália, Nova Zelândia e Américas a partir das 7h (horário de Brasília). O projeto também fará uma segunda transmissão, às 16h, mostrando a superlua sobre os céus de Roma.

Por fim, o site Time and Date terá uma transmissão a partir das 6h30, que promete imagens ao vivo de várias câmeras ao redor do mundo. O site também hospeda um blog que traz mais informações sobre o eclipse e conta as aventuras de seus fotógrafos em busca do “local perfeito” para observá-lo.

Leia mais:

Porque a “Lua de Sangue” é vermelha?

Durante um eclipse total a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, impedindo que a luz da estrela atinja diretamente a superfície de nosso satélite. Mas ainda assim a Lua é iluminada indiretamente pela luz refratada por nossa atmosfera.

Diagrama de um eclipse lunar. Evento ocorre quando a Lua passa pela sombra da Terra, chamada umbra. Imagem: Time and Date.
Diagrama de um eclipse lunar. Evento ocorre quando a Lua passa pela sombra da Terra, chamada umbra. Imagem: Time and Date.

Mas essa luz não passa por nós intacta. Partículas em suspensão na atmosfera, menores que a frequência de onda da luz, “espalham” ela em múltiplas direções.

As cores entre o azul e violeta são as mais afetadas, por isso nosso céu parece azul ao olho nu. A luz vermelha, entretanto, é a menos afetada e chega à Lua, “pintando” a superfície do astro com um tom entre o vermeho e o laranja, que lembra o planeta Marte.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!