Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.487,88
    +1.482,66 (+1,39%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.518,30
    +228,39 (+0,45%)
     
  • PETROLEO CRU

    112,70
    +0,49 (+0,44%)
     
  • OURO

    1.845,10
    +3,90 (+0,21%)
     
  • BTC-USD

    29.433,06
    +21,94 (+0,07%)
     
  • CMC Crypto 200

    650,34
    -23,03 (-3,42%)
     
  • S&P500

    3.901,36
    +0,57 (+0,01%)
     
  • DOW JONES

    31.261,90
    +8,77 (+0,03%)
     
  • FTSE

    7.389,98
    +87,24 (+1,19%)
     
  • HANG SENG

    20.717,24
    +596,56 (+2,96%)
     
  • NIKKEI

    26.739,03
    +336,19 (+1,27%)
     
  • NASDAQ

    11.838,00
    -40,25 (-0,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1528
    -0,0660 (-1,26%)
     

Saiba como o estresse impacta cada sistema do corpo

O estresse atua diretamente no cérebro, que desencadeia a liberação de uma cascata de hormônios como cortisol, adrenalina e norepinefrina. Por sua vez, esses hormônios produzem mudanças fisiológicas. Diferentes estudos chegam à conclusão que a condição pode ter repercussão em praticamente todos os sistemas do corpo.

Segundo os especialistas, essas mudanças fisiológicas, que são conhecidas como resposta ao estresse, são projetadas para ajudar as pessoas a reagir ou lidar com uma ameaça a ser enfrentada. O real problema surge quando essas mudanças acontecem em resposta a situações que não são realmente uma ameaça, como engarrafamentos e conflitos familiares.

Como o estresse impacta o sistema nervoso

Por incrível que pareça, picos de estresse podem ser benéficos a curto prazo, justamente por causa dos hormônios, que acabam melhorando a motivação, a capacidade de foco e desempenho. No entanto, níveis elevados de cortisol, a longo prazo, podem interferir e danificar o hipocampo (uma área fundamental para a função da memória).

O ocorrido também tem potencial para danificar o córtex pré-frontal, relacionado a processos cognitivos que permitem planejar, organizar, resolver problemas e controlar impulsos.

Estresse pode gerar danos no cérebro, segundo estudos (Imagem: Aew/Rawpixel)
Estresse pode gerar danos no cérebro, segundo estudos (Imagem: Aew/Rawpixel)

Estresse no sistema cardiovascular

O estresse aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, como uma tentativa de preparar o organismo para lutar ou correr pela sobrevivência. Mas o estresse crônico, que ocorre ao longo de meses a anos, pode levar à hipertensão arterial, adiposidade (acúmulo de gordura), resistência à insulina e maior inflamação sistêmica, segundo o Cardiovascular Imaging Research Center.

Com o tempo, o estresse também pode estreitar vasos sanguíneos e aumentar coágulos, o que por sua vez representa, ainda, o aumento do risco de eventos cardíacos.

Impactos no sistema respiratório

Durante uma situação estressante, há impacto no transporte de oxigênio e dióxido de carbono no sangue. Cientistas alertam que a respiração superficial e rápida indica a necessidade de oxigênio, o que pode levar a sintomas como tontura. Além disso, o estresse pode desencadear ataques de asma.

Segundo um artigo publicado na revista científica Respiratory Medicine, o estresse aumenta a ativação do sistema nervoso simpático e a forma passiva de estresse também foi associada com broncoconstrição leve entre pessoas com asma.

Como o sistema imunológico reage ao estresse

Durante um evento estressante ou período de tempo, os hormônios viajam para o sistema imunológico e têm vários efeitos desreguladores, aumentando uma inflamação, por exemplo. Segundo especialistas, a pessoa estressada ainda libera citocinas pró-inflamatórias, proteínas que afetam a função imunológica. Além disso, a liberação de citocinas pró-inflamatórias pode viajar para o cérebro e aumentar o risco de depressão.

Estresse aumenta risco de depressão (Imagem: Kat Smith/Pexels)
Estresse aumenta risco de depressão (Imagem: Kat Smith/Pexels)

Sistema gastrointestinal

Por fim, o estresse torna o esvaziamento do intestino bem mais lento, o que pode gerar sintomas como enjoo, inchaço ou constipação. Outro fator preocupante é que a condição em questão promove mudanças no microbioma intestinal, afetando a diversidade das bactérias e a função da barreira intestinal, aumentando assim o risco de vazamento do intestino.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos