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Saiba como Ecko e o irmão fundaram a 'narcomilícia', a mais poderosa do estado do Rio

·1 min de leitura

RIO — Ao assumir o legado do irmão Carlos Alexandre da Silva Braga, o Carlinhos Três Pontes, Wellington da Silva Braga, o Ecko, só tinha uma coisa em mente: tornar a milícia do clã Braga a mais poderosa do estado do Rio. E conseguiu. Mas, da mesma forma que Carlinhos, o chefe da milícia mais temida e poderosa teve o mesmo destino: ambos foram mortos pela Polícia Civil, baleados na mesma favela, Três Pontes, em Santa Cruz, na Zona Oeste, primeiro território dominado por eles.

Não à toa, Carlinhos incorporou o nome da favela ao seu sobrenome. Até 2014, ele era apenas traficante de um lugar só. Puxou Ecko, o caçula, para ser seu homem de confiança. Acabou ingressando numa das principais e mais antigas milícias da Zona Oeste, que passou por uma disputa interna por conta de sucessivas prisões de chefes do bando. Carlinhos acabou caindo nas graças do ex-PM Toni Ângelo de Souza Aguiar, então no comando, que o colocou no topo da hierarquia da quadrilha.

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