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Saiba como ‘carne vegetal’ pode fazer US$ 85 bilhões até 2030

·2 min de leitura
O movimento plant-based ganha adeptos preocupados com o meio ambiente e com a própria saúde a cada ano.
O movimento plant-based ganha adeptos preocupados com o meio ambiente e com a própria saúde a cada ano.
  • Produção deve movimentar US$ 85 bi até 2030

  • 49% dos brasileiros reduziram o consumo de carne nos 12 meses que antecederam maio deste ano.

  • No Brasil, o número de vegetarianos cresceu 75% entre 2012 e 2020;

Muitos ainda não têm coragem e nem intenção de trocar aquela picanha por alimentos vegetais mas, segundo estimativas do banco suíço UBS, o movimento plant-based ganha adeptos preocupados com o meio ambiente e com a própria saúde a cada ano e deve movimentar US$ 85 bilhões até 2030. A alta de alimentos feitos à base de vegetais e que podem substituir os de origem animal cresce também no Brasil.

De acordo com The Good Food Institute, que trabalha para transformar a cadeia de produção de alimentos e apoiar o desenvolvimento do setor de proteínas alternativas, 49% dos brasileiros reduziram o consumo de carne nos doze meses que antecederam maio deste ano. Se apenas 29% dos brasileiros abandonaram a proteína animal em 2018, em 2020, 47% substituiu a carne de origem animal por legumes, verduras e grãos.

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Um relatório da consultoria Research and Market apontou que a mudança de hábitos alimentares já é explorada pela indústria de plant-based, que faturou US$ 5,6 bilhões globalmente em 2020, com uma previsão de crescimento anual de 15% até 2027, quando deve alcançar a marca de US$ 14,9 bilhões.

Segundo o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), o número de vegetarianos cresceu 75% entre 2012 e 2020. Em 2020, 79 milhões de pessoas se declaravam veganas, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

Em julho deste anos, a Tindle, uma marca de frango feito com vegetais da startup de foodtech (tecnologia de alimentos) de Singapura Next Gen, captou um aporte inicial (seed) de US$ 30 milhões. Os investidores foram a GGC Capital, Bits x Bites, um fundo de tecnologia de alimentos da China, Yeo Hiap Seng, Chris Yeh, Temasek e K3 Ventures.

A transação vai impulsionar a entrada da empresa no mercado americano, maior consumidor de plant-based do mundo, como as líderes Impossible Foods e a Beyond Meat. O que chamou atenção do segmento é que o montante captado corresponde a três vezes o valor do investimento inicial da empresa. Lançada pela primeira vez em Singapura em março de 2021, a Tindle foi fundada por um brasileiro, André Menezes, atual CEO da empresa, e pelo alemão Timo Recker.