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Safras reduz projeção para colheita de milho do Brasil; vê negócios lentos de soja

·2 minuto de leitura
Colheita de milho em Xanxerê (SC)

SÃO PAULO (Reuters) - A produção de milho da segunda safra 2021 no centro-sul do Brasil deverá atingir 56,75 milhões de toneladas, disse nesta sexta-feira a consultoria Safras & Mercado, reduzindo sua projeção em 7,85% após as geadas que atingiram parte da região produtora entre o final de junho e o começo de julho.

Em uma safra que já havia sido afetada por um atraso no plantio e pela seca, a estimativa da consultoria fica 22,8% abaixo do volume colhido no ano passado. Já na projeção de maio, Safras & Mercado via a "safrinha" de milho do centro-sul em 61,592 milhões de toneladas.

"Após o atraso no plantio, o clima seco durante o desenvolvimento das lavouras e, por fim, a ocorrência de geadas, a quebra estimada entre a produção prevista em janeiro e o atual levantamento é de 32,4%", disse a consultoria em nota.

No início deste ano, Safras & Mercado acreditava que a segunda safra, a principal do cereal no país, pudesse atingir 84,027 milhões de toneladas.

De acordo com a consultoria, a área semeada com o cereal foi estimada em 14,4 milhões de hectares, aumento de 8,5% na comparação anual, mas a produtividade atingirá 3.491 quilos por hectare, ficando muito abaixo da marca de 5.537 kg/ha apurada na temporada anterior.

VENDAS DE SOJA

Em comunicado à parte, Safras & Mercado também informou que a comercialização de soja tem progredido de forma lenta no Brasil. As vendas da safra 2020/21 atingiram, até esta sexta-feira, 79,2% da produção esperada, avanço de apenas 3,6 pontos percentuais em relação ao levantamento de junho.

Por causa da evolução lenta, a cifra fica abaixo da apurada em igual período do ano passado, de 92,9%. No entanto, supera a média de cinco anos para o período, de 78,2%, "devido à elevação consistente dos preços", disse Safras.

Levando-se em conta uma safra estimada em 137,19 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 108,59 milhões de toneladas, acrescentou a consultoria.

Em relação à safra 2021/22 da oleaginosa, as vendas antecipadas alcançaram 21,5%, o que seria o equivalente a 29,56 milhões de toneladas se levada em conta uma safra hipotética mínima, igual à do ano anterior, já que Safras & Mercado divulgará sua primeira estimativa para 2021/22 apenas em 16 de julho.

As vendas estão atrasadas na comparação com igual período do ano passado (39,8%), mas acima da média de cinco anos, de 17,6%.

(Por Gabriel Araujo)

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