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Safra de café 21/22 do Brasil deve atingir 53,9 mi sacas, diz Comexim

·2 minuto de leitura
Colheita de café em São Sebastião do Paraíso (MG)

NOVA YORK (Reuters) - A produção de café do Brasil deverá atingir 53,9 milhões de sacas de 60 kg em 2021/22, contra 68 milhões de sacas em 2020/21, disse a exportadora Comexim em relatório nesta sexta-feira.

Segundo a Comexim, as exportações de café do país, maior produtor global da commodity, deverão alcançar 38,2 milhões de sacas em 2021/22 (julho-junho), uma queda frente ao recorde de 45 milhões de sacas visto na temporada 2020/21.

A companhia espera que os estoques de passagem ao final da nova temporada (2021/22, julho-junho) sejam muito baixos, a 1,33 milhão de sacas, versus 6,7 milhões de sacas esperadas para o final da atual temporada.

"O impacto das chuvas abaixo da média e das altas temperaturas no Brasil já circulou amplamente no mercado. Talvez estejamos um pouco menos pessimistas do que outros, mas não há dúvidas de que, como resultado, o potencial da safra 21/22 vai sofrer", disse a exportadora.

A Comexim disse que um déficit no balanço global de oferta e demanda em 2021/22 é praticamente o consenso no mercado.

"Mas novamente, o tamanho desse déficit vai depender muito da demanda e consumo e do ritmo em que os países conseguirão implementar seus programas de vacinação e colocar suas economias de volta a qualquer que seja o normal", afirmou.

A exportadora acredita que a queda de produção no Brasil está amplamente precificada no mercado, e que outras projeções serão diferenciais.

"Dito isso, temos os preços como estáveis ou levemente altistas", acrescentou.

O início da colheita da nova safra do Brasil deverá ocorrer por volta de maio. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vê uma produção muito menor, entre 43,8 milhões e 49,5 milhões de sacas.

(Reportagem de Marcelo Teixeira)