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Saúde promete enviar 10 milhões de doses após capitais suspenderem imunização por falta de vacina

·3 minuto de leitura
Produção de vacinas no Butantan

(Reuters) -O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira que enviará 10,2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 ao longo dos próximos três dias para todos os Estados e o Distrito Federal, após ser cobrado por prefeitos e governadores a acelerar a distribuição de imunizantes.

Capitais como Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis e Belém suspenderam nos últimos dias a aplicação da primeira doses das vacinas por falta de imunizantes e apontaram para uma demora do ministério em distribuir as doses recebidas dos diferentes fornecedores.

"Ministério da Saúde tem 16 milhões de vacinas paradas em estoque e centenas de brasileiros morrendo diariamente por falta de vacinas. Vergonhosa essa falta de gestão e senso de urgência", disse no Twitter o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cujo governo fornece vacinas ao ministério por meio do Instituto Butantan, que produz a CoronaVac.

Em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto, após ser questionado sobre o comentário de Doria, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não quis polemizar e disse que as vacinas estão sendo distribuídas para Estados e municípios desde o início da imunização.

Segundo o ministro, não há estoque de doses de vacinas contra Covid e queda na média móvel de mortes nas últimas semanas mostra o acerto da política de imunização. "Todas (as vacinas) foram adquiridas pelo governo federal desde o início", disse.

A pasta anunciou no Twitter que vai distribuir entre segunda e quarta 10,2 milhões de doses, sendo 3,8 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, 1 milhão da AstraZeneca/Covax, 3,3 milhões da CoronaVac e 2,1 milhões da Pfizer.

"Nos próximos três dias, todos os Estados e o DF vão receber os novos lotes", acrescentou.

Na sexta-feira, a Prefeitura do Rio de Janeiro informou a suspensão da aplicação da primeira dose por falta de imunizantes e cobrou celeridade do ministério na distribuição das vacinas. Autoridades se saúde do Rio reclamaram que a logística do Programa Nacional de Imunização (PNI) está demorada, com intervalo entre o recebimento das doses pelo Ministério da Saúde e a entrega para Estados e municípios de cerca de 15 dias.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou nesta segunda que a vacinação na cidade será retomada na quarta-feira, com a faixa etária de 34 anos.

"Se não houver mais falhas na entrega, nas próximas 3 semanas teremos todos --TODOS-- os cariocas acima de 18 anos devidamente imunizados com a primeira dose!", afirmou o prefeito no Twitter.

Assim como no Rio, outras capitais que tiveram de suspender a aplicação da primeira dose por falta de vacinas mantiveram a vacinação com a segunda dose, especialmente mediante um grande número de pessoas que não têm comparecido para receber a dose de reforço pelo país.

"A segunda dose é indispensável para garantir imunidade contra o novo coronavírus. Para avançar na aplicação de primeira dose, a administração municipal aguarda o recebimento de mais imunizantes", disse a Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis em comunicado.

O Brasil vacinou até o momento 37,6 milhões de pessoas com as duas doses ou com imunizante de dose única, o que equivale a 17,9% da população, enquanto 94,7 milhões de pessoas (45% da população) receberam apenas a primeira dose, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

(Por Pedro Fonseca, no Rio de JaneiroReportagem adicional de Ricardo Brito, em BrasíliaEdição de Maria Pia Palermo)

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