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Saúde descarta exigir "passaporte de vacina" para quem vier ao Brasil

·2 min de leitura

Em coletiva realizada nesta terça-feira (7), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que não exigirá um “passaporte de vacina” para que viajantes entrem no Brasil e abriu a possibilidade para a chegada de pessoas não-imunizadas contra a covid-19.

Durante a apresentação, Queiroga apresentou apenas duas restrições a pessoas de outros países que desejem entrar no Brasil:

  • necessidade de apresentar um teste PCR negativo realizado menos de 72h antes do voo;

  • quarentena obrigatória de cinco dias para não-vacinados que cheguem ao Brasil seguida de mais um teste PCR que, se negativo, libera a circulação do viajante.

Assim, a vacinação não será obrigatória para entrar no Brasil. O país já tinha regras para a realização do PCR antes do embarque, então a única mudança, na prática, é a necessidade dos cinco dias de quarentena.

Governo federal não pretende exigir vacinação obrigatória, mesmo diante do avanço da Ômicron (Imagem: photocreo/Envato)
Governo federal não pretende exigir vacinação obrigatória, mesmo diante do avanço da Ômicron (Imagem: photocreo/Envato)

As medidas, no entanto, vão contra as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que pede restrições mais severas à entrada de viajantes, especialmente diante do avanço da nova variante Ômicron.

Os pedidos da Anvisa, encaminhados ao governo federal no início de dezembro, eram apenas dois:

  • Restringir a entrada de viajantes de Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia, além de África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue, que já têm restrições;

  • Exigir certificado de vacinação completa dos viajantes.

Ômicron já está no Brasil

Ainda que as solicitações da Anvisa fossem seguidas à risca, a nova variante já chegou ao solo brasileiro. Os números mais recentes são de seis casos confirmados de covid-19 causados pela Ômicron. Todos os pacientes estavam vacinados e apresentavam quadros leves da doença.

Além dos confirmados, o ministério da Saúde monitorava nove outros casos suspeitos, de pessoas que contraíram o vírus após passarem por países nos quais a variante circula mais livremente.

Fonte: Canaltech

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