Mercado fechado
  • BOVESPA

    128.427,98
    -339,48 (-0,26%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.170,78
    +40,90 (+0,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,10
    +0,02 (+0,03%)
     
  • OURO

    1.775,40
    -8,00 (-0,45%)
     
  • BTC-USD

    32.497,74
    -1.450,78 (-4,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    779,95
    -30,25 (-3,73%)
     
  • S&P500

    4.241,84
    -4,60 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    33.874,24
    -71,34 (-0,21%)
     
  • FTSE

    7.074,06
    -15,95 (-0,22%)
     
  • HANG SENG

    28.933,90
    +116,83 (+0,41%)
     
  • NIKKEI

    28.919,07
    +44,18 (+0,15%)
     
  • NASDAQ

    14.294,50
    +31,50 (+0,22%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9262
    -0,0023 (-0,04%)
     

Saúde anuncia vacinação para professores e pessoas sem comorbidades

·2 minuto de leitura

Nesta sexta (28), o Ministério da Saúde divulgou que iniciará a imunização contra COVID-19 de profissionais da educação e pessoas de 18 a 59 anos, livres de comorbidades, em todo o Brasil. Apesar da notícia animadora, a pasta não definiu um cronograma para o Plano Nacional de Imunização (PNI) devido ao ritmo de vacinação de cada estado deixar o cenário nacional muito heterogêneo neste sentido. Sendo assim, cabe às secretarias estaduais de saúde definir quando ocorrerá a vacinação dessas pessoas, que deve ser escalonada.

A orientação do governo é que estados e municípios com pouca demanda por vacinação de grupos de risco já comecem a nova etapa de imunização para o público geral, respeitando na fila a prioridade daqueles que ainda não foram totalmente imunizados. Para tanto, a Saúde espera imunizar todos aqueles que fazem parte dos grupos prioritários até junho.

De acordo com Francieli Fantinato, coordenadora do PNI, a medida vem para resolver dois problemas: o primeiro, relativo ao público geral, que até hoje não foi vacinado; e o segundo, para evitar que vacinas fiquem paradas e corram o risco de expirar ou perder sua estabilidade.

"A gente não pode deixar a vacina estocada. Então, nós resolvemos flexibilizar um pouco essa ação para que a gente possa acelerar a vacinação dos grupos prioritários. Essa demanda reduzida pode estar relacionada às superestimativas do grupo, principalmente de comorbidades. A gente utilizou dados da Política Nacional de Saúde, mas não faz um match, uma combinação perfeita com todas as comorbidades elencadas no plano de vacinação", afirmou Fantinato durante coletiva de imprensa.

Profissionais da educação são os próximos da fila

O ministério orienta que as vacinas sejam aplicadas gradualmente de acordo com faixas etárias. Como a prioridade continua a ser dos grupos de risco, ainda não foram incluídos no cronograma as crianças e os adolescentes. Sendo assim, a ordem a ser seguida é: remanescentes dos grupos de risco, profissionais da educação e, então, pessoas sem comorbidades abaixo dos 60 anos. As secretarias de saúde de cada estado determinarão as etapas, ou seja: ainda não há qualquer definição de datas.

Professores e demais trabalhadores da educação (profissionais de segurança, limpeza e manutenção) devem ser os próximos a receber a vacina da COVID-19, antes do público geral. Apesar de não haver data marcada, a pasta definiu uma ordem de prioridade, que obedece critérios relacionados a local de trabalho. Primeiro, serão vacinados os profissionais que trabalham em creches. Depois, os de pré-escolas. Daí por diante seguem os trabalhadores dos sistemas de ensino fundamental, médio e profissionalizante, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e, por último, do ensino superior.

A Saúde não descarta a possibilidade de segmentar os profissionais do ensino por idade, priorizando os mais velhos, devido aos riscos de complicações e óbito pela infecção.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos