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Saída de Bento Albuquerque não gerou desgaste com as Forças Armadas, avaliam militares

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A saída de Bento Albuquerque do Ministério de Minas e Energia é entendida como bem mais tranquila que a exoneração do general Silva e Luna do comando da Petrobras até mesmo na Marinha, da qual ele faz parte.

Para integrantes das Forças Armadas, Albuquerque ocupava um cargo político e tinha a compreensão de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) precisava dar uma resposta ao problema do aumento dos preços dos combustíveis.

E, embora tenha sido alvo de críticas do presidente na live anterior à sua demissão, não foi alvo de um processo longo de fritura pública como outros auxiliares militares. Albuquerque acumulava desgastes com o Planalto desde a tentativa fracassada de nomear o empresário Adriano Pires como presidente da Petrobras.

Integrantes do ministério afirmam que a queda de Bento pegou a equipe de surpresa. Ela tinha marcado uma reunião para a próxima semana com o presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara, Fábio Schiochet (União-SC).

A demissão de Luna e Silva foi mais desgastante. As críticas do presidente ao militar se estenderam por algumas semanas, nas quais Luna tentou rebatê-las, de forma técnica.

Ele deixou o cargo dizendo-se traído por Bolsonaro. Segundo interlocutores, o general —que meses antes mantinha contato direto com o presidente— foi informado apenas no dia da demissão que o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, havia se reunido diversas vezes com seu sucessor, inclusive no último domingo, para discutir sua exoneração.

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