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Só juros ‘severos’ podem resgatar moedas no Chile e Colômbia

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(Bloomberg) -- Aumentar juros para “níveis severos” pode ser a única maneira de deter uma liquidação brutal das moedas chilena e colombiana, segundo o Crédit Agricole.

Os bancos centrais de ambas as nações devem considerar um aperto mais agressivo depois que suas moedas caíram para mínimas recordes, disse a estrategista Olga Yangol em nota na quarta-feira. Ela disse que a falta de uma resposta confiável até agora alimentou a desvalorização.

Os pesos colombiano e chileno estão entre as moedas com pior desempenho no mundo, ambos com desvalorização de mais de 7% este mês. E ambas são negociadas em território desconhecido desde que caíram abaixo de mínimas históricos no início de julho.

“A recente ação de preços se assemelha a uma crise cambial em formação e, em nossa opinião, requer uma ação decisiva”, disse Yangol. “Ambos os países têm um dos piores déficits em conta corrente nos mercados emergentes, tornando-os particularmente vulneráveis a resgates de carteiras em meio ao agravamento do sentimento de risco e ao aperto das condições de financiamento externo.”

O Chile terá a oportunidade de enviar uma mensagem mais agressiva ainda nesta quarta-feira, quando o banco central anunciará sua decisão sobre juros. Embora os formuladores de política monetária tenham sinalizado uma desaceleração no ritmo do ciclo de aperto, levando a maioria dos economistas a prever uma alta de 0,5 ponto percentual desta vez, a recente desvalorização da moeda pesa a favor de um movimento mais ousado.

O Crédit Agricole espera outro aumento de 0,75, enquanto alguns economistas consultados pela Bloomberg prevêem um salto ainda maior, de 1 ou 1,5 ponto percentual.

Economistas do Goldman Sachs liderados por Alberto Ramos também esperam uma alta de 0,75 e não descartam o anúncio de um programa de intervenção cambial em conjunto com a decisão de juros. O banco central disse esta semana que não vê a intervenção como necessária no momento, mas que estaria pronto para implementar medidas adequadas para garantir o “funcionamento normal” do sistema de pagamentos.

Na Colômbia, o chefe do banco central, Leonardo Villar, disse que a autoridade monetária não discutiu medidas extraordinárias para conter a queda do peso. A próxima decisão sobre juros é em 29 de julho, e Yangol espera que a autoridade monetária repita seu aumento “superdimensionado” anterior de 1,5 ponto percentual, especialmente porque o crescimento continua forte.

“Carregar antecipadamente o restante do ciclo de alta abriria o caminho para facilitar a política monetária no futuro”, disse Yangol. “Na ausência de ações decisivas das autoridades, a pressão sobre ambas as moedas continuará.”

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©2022 Bloomberg L.P.

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