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Só 0,01% dos donos de Bitcoin têm 27% da reserva da moeda no mundo

·2 min de leitura

Você pode achar que as criptomoedas serão as líderes de uma revolução no sistema financeiro mundial. Afinal, você pode minerá-las em casa e armazená-las em uma rede de computadores via blockchain, sem depender das altas taxas dos bancos tradicionais, certo? Pois pense de novo: um novo estudo concluiu que só 0,01% dos detentores da criptomoeda controlam 27% da reserva de Bitcoins do mundo.

De acordo com a pesquisa da National Bureau of Economic Research, 10.000 contas de Bitcoin possuem 5 milhões das 19 milhões de moedas em circulação, ou o equivalente a US$ 232 bilhões (R$ 1,3 trilhão). Estima-se que 114 milhões de contas detêm Bitcoins em todo o mundo, de acordo com o site crypto.com.

Segundo a Fortune, a concentração é mais desigual do que a atual distribuição de riqueza da população norte-americana. Cerca de 1% dos mais ricos dos EUA atualmente são donos de cerca de US$ 36,8 trilhões (R$ 207 trilhões), que corresponde a pouco mais de 26,9% dos dólares do país.

Cerca de 90% das transações de Bitcoin são entre contas de uma mesma pessoa (Imagem: Divulgação/3D Animation Production Company/Pixabay)
Cerca de 90% das transações de Bitcoin são entre contas de uma mesma pessoa (Imagem: Divulgação/3D Animation Production Company/Pixabay)

De acordo com o estudo, 90% das transações de Bitcoin não são resultado de uma compra de produto ou serviço com a criptomoeda, mas entre as próprias contas cripto de uma mesma pessoa. O motivo para isso é que como as operações são acompanhadas pela tecnologia blockchain, muitos clientes de Bitcoin movem seus fundos entre várias carteiras para dificultar o rastreamento.

Dos 10% restantes das transações, o estudo disse que menos de 3% estão ligadas a questões ilegais, golpes ou jogos de azar. As demais são entre diferentes tipos de câmbios e mesas de negociação que representam investidores institucionais.

O estudo conduzido pelos professores de finanças Antoinette Schoar, da MIT Sloan School of Management, e Igor Makarov, da London School of Economics, mapeou pela primeira vez todas as transações de Bitcoin desde o surgimento da criptomoeda, em 2008.

Apesar de ter sofrido alguma volatilidade neste ano por questões que vão de Elon Musk à China, o Bitcoin continua em alta a longo prazo. Seu preço era de cerca de US$ 5.000 (R$ 28,1 mil) por moeda em março de 2020, e em novembro chegou a US$ 68.990 (R$ 388 mil), de acordo com o CoinDesk.

Fonte: Canaltech

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