São Paulo mantém cesta básica mais cara entre capitais

A cidade de São Paulo permaneceu em novembro no posto de capital com a cesta básica mais cara do Brasil. De acordo com levantamento nacional mensal realizado em 17 capitais pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a capital paulista liderou o ranking pela segunda vez consecutiva, mesmo com o preço médio do conjunto de produtos alimentícios essenciais apresentando no município queda de 3,94% ante outubro, para R$ 299,26.

Vitória foi a segunda capital pesquisada com preço mais elevado, de R$ 295,31. Na sequência, o ranking das dez cestas mais caras de novembro ainda contou, pela ordem de classificação, com Porto Alegre (R$ 286,83), Manaus (R$ 284,85), Florianópolis (R$ 283,68), Belo Horizonte (R$ 282,82), Rio de Janeiro (R$ 272,1), Curitiba (R$ 270,84), Belém (R$ 270,22) e Brasília (R$ 266,85).

Os menores valores médios de novembro foram observados em Aracaju (R$ 205,63), Salvador (R$ 220,49), João Pessoa (R$ 235,35) e Goiânia (R$ 237,92). Recife (R$ 248,05), Natal (R$ 246,43) e Fortaleza (R$ 244,55) ficaram no grupo intermediário do ranking.

Conforme o levantamento do Dieese, especificamente em São Paulo, que contou com a cesta mais cara de novembro, nove produtos apresentaram alta de preço no período: arroz agulhinha (4,88%), café em pó (3,73%), açúcar refinado (3,10%), leite integral (2,37%), farinha de trigo (1,59%), manteiga (1,49%), óleo de soja (1,44%), pão francês (0,75%) e carne bovina (0,30%). Os quatro itens que registraram queda foram: banana nanica (-1,48%), feijão (-1,62%), batata (-6,57%) e tomate (-31,64%).

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