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Fernando Diniz, ex-São Paulo

Mauro Beting
·2 minuto de leitura
Fernando Diniz FOTO Alexandre Schneider/Getty Images

São Paulo quarto colocado ao final do BR-20 antes de a bola rolar naquele jogo que acabou adiado em Goiânia, na primeira rodada? Se são-paulino, eu topava na hora. Era a posição que imaginava plausível e possível para o elenco tricolor, e pelas pressões naturais para momentos nada naturais de fila tricolor desde 2012.

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Fernando Diniz e suas escolhas foram além daquilo. Abriram sete pontos na rodada 27 sobre o vice-líder Atlético Mineiro, depois da vitória contra o Fluminense, no Rio. Quando então jogou o suficiente para fazer os gols com o redescoberto Brenner. Acerto do treinador como Luciano na frente, cuja ausência levaria o São Paulo a se perder por WO. Sem Luan, outro acerto de Diniz, paulada em Bragança. Sem os titulares santistas no Morumbi, outra derrota que não deveria ainda levar junto a eliminação no final do ano na Copa do Brasil.

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Mas parece que o destempero de Diniz ao final daquele clássico com o Grêmio pesou como as duras palavras contra Tchê Tchê em Bragança. O time entrou num vórtex sem fim. Parecia o Palmeiras de 2009 então pressionado pela falta de títulos que perdeu três titulares e nem pra Libertadores foi.

Tudo que se encaixava além da conta trouxe uma dolorosa ao final dela. Os acertos viraram erros. Tudo que muito bem ele construiu ou reconstruiu de um modo que a antiga direção não segurava as pontas – e a nova, idem – foi por tabela abaixo. Com algumas atuações ruins, outras pavorosas pelos placares, e aquela sensação de impotência e desespero de um ano que permitiu sonhar. E tudo acabou como tem sido desde a Sula.

Diniz também foi demitido por ter entregado mais do que se imaginava. Ironia: bem diferente do que fizera no Athletico e no Fluminense.

Se sou o São Paulo, penso mesmo nas pelotas da vez: um estrangeiro. Como o próprio clube fez muito bem com Bela Guttmann em 1957, sendo campeão paulista, e ensinando Vicente Feola a armar o 4-2-4 campeão mundial pelo Brasil em 1958.

Mas que seja um competente estrangeiro. Contratado mais por ser competente do que estrangeiro.

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