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São Paulo avança em estudo sobre vulnerabilidade a mudança climática

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**Arquivo**SÃO PAULO/ SP, BRASIL,  10.06.2021. Represa Atibainha no município de Nazaré Paulista . O sistema Cantareira,  está com 58,5% de sua capacidade. A falta de chuva pode afetar o abastecimento de agua.  (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
**Arquivo**SÃO PAULO/ SP, BRASIL, 10.06.2021. Represa Atibainha no município de Nazaré Paulista . O sistema Cantareira, está com 58,5% de sua capacidade. A falta de chuva pode afetar o abastecimento de agua. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O estudo ambiental do estado de São Paulo que detalha as áreas sensíveis a mudanças climáticas por região, trabalho que vinha sendo elaborado na última década, já começou a ser disponibilizado aos municípios, segundo o secretário de meio ambiente de São Paulo, Marcos Penido.

Ele afirma que o zoneamento pode direcionar as iniciativas para tentar aumentar a resistência dos municípios às mudanças do clima.

"Ao conhecer todas as características e fragilidades, é possível fazer muito melhor as adaptações necessárias para combater áreas de enchentes, deslizamentos, escassez hídrica, melhorar proteção vegetal", diz Penido.

O documento segmenta e classifica o território do estado por critérios como resiliência às mudanças climáticas, segurança hídrica, conservação da biodiversidade e redução das desigualdades regionais.

Na diretriz de segurança hídrica, por exemplo, grande parte das regiões administrativas apresentam resultados acima da região metropolitana de São Paulo.

Na proteção da biodiversidade, algumas localidades do norte do estado têm resultados piores. Um dos pontos de atenção é a presença de índices baixos de resiliência às mudanças climáticas e de segurança hídrica em áreas das regiões metropolitanas de São Paulo e na área de Santos.

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